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Preços

Petróleo opera em baixa, à espera da Opep, mas de olho em quadro comercial

19/06/2018 | 10h28

O petróleo opera em baixa na manhã desta terça-feira, em um quadro de volatilidade, antes de uma reunião entre importantes produtores. Além disso, as tensões comerciais entre Estados Unidos e China são monitoradas.

Às 8h03 (de Brasília), o petróleo WTI para agosto caía 1,46%, a US$ 64,73 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para agosto recuava 0,62%, a US$ 74,87 o barril, na ICE.

Os preços têm oscilado nas últimas sessões, com viés em geral negativo, de olho nas notícias sobre o possível resultado da reunião desta sexta-feira em Viena da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de alguns aliados do grupo, como a Rússia. Há expectativa de que a elevação possa ser confirmada, em resposta a um mercado com maior demanda, mas não se sabe em que patamar.

"No curto prazo, será tudo sobre a reunião", afirmou Giovanni Staunovo, analista de commodities do UBS Wealth Management, acrescentando que a Arábia Saudita buscará consenso entre o grupo para elevar a produção.

Há poucos produtores capazes de elevar a oferta, como Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes e Kuwait. Isso poderia significar que os demais resistiriam a qualquer elevação, por temer que isso reduza os preços. "Deve haver discussões um tanto intensas, mas acredito que no fim chegarão a uma decisão de consenso por uma pequena elevação na produção no curto prazo", afirmou Staunovo.

Os preços do Brent já recuaram cerca de 7% desde o pico de mais de US$ 80 o barril, em maio. Para Carlos Alberto De Casa, analista-chefe da ActivTrades, os investidores tentam entender se a queda das últimas semanas poderia ser considerada uma reversão ou, "como parece até agora, apenas uma correção".

Também no noticiário, um ataque rebelde contra portos da Líbia paralisou quase a metade da produção do país, afirmou o diretor da estatal National Oil, Mustafa Sanallah, nesta terça-feira. O problema ajuda a evitar uma queda maior nos preços, de acordo com especialistas.



Fonte: Dow Jones Newswires, 19/06/2018
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