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Preços

Petróleo opera de lado, em meio a riscos na oferta de Canadá e Líbia e após Opep

26/06/2018 | 10h16

Os contratos futuros de petróleo operavam sem sinal único, com pouco impulso na manhã desta terça-feira. Os investidores monitoravam o risco de dificuldades na oferta do Canadá e também para as exportações da Líbia, dias após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidir elevar a produção.

Às 7h51 (de Brasília), o petróleo WTI para agosto caía 0,21%, a US$ 67,94 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para setembro avançava 0,12%, a US$ 74,64 o barril, na ICE.

Na avaliação de Thomas Pugh, economista de commodities na Capital Economics, aparentemente não está claro o que prevalecerá, os problemas temporários na oferta do Canadá e da Líbia, a decisão da Opep de elevar a produção ou os temores de uma guerra comercial.

A paralisação de um importante local de produção de petróleo em areias betuminosas no Canadá, conhecido como Syncrude, apoia os preços do petróleo, em meio a sinais de que, com isso, 360 mil barris por dia poderiam deixar de ser gerados ao longo de julho. Além disso, as exportações líbias devem ser pressionadas, em meio a tensões políticas no país do norte africano.

O impulso aos preços ocorre um dia após os dois contratos recuarem, após no fim da semana passada a Opep decidir começar a elevar a produção em até 1 milhão de barris por dia. O cartel e outros dez países de fora do grupo, como a Rússia, têm contido sua produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, ou 2% da oferta global, desde o início do ano passado. O acordo ajudou a impulsionar os preços do petróleo em mais de 40%, porém os preços mais altos levaram a Arábia Saudita e a Rússia a pressionar por um aumento na oferta.

Na avaliação de Stephen Brennock, analista da corretora PVM Oil Associates, os detalhes sobre como as elevações na oferta serão alocados são escassos. Para ele, isso gera incerteza sobre como a alta na produção na prática chegará "mesmo perto do número de 1 milhão de barris por dia".

As estimativas iniciais após a reunião da Opep em Viena apontavam para uma alta na produção da Opep e de seus aliados mais perto de 600 mil barris por dia, segundo pessoas ligadas ao assunto. A Arábia Saudita, porém, desde então tem se posicionado claramente por um avanço mais robusto.

Os observadores do mercado aguardam ainda o relatório semanal de estoques de petróleo nos EUA do American Petroleum Institute, às 17h30. Ele é considerado uma prévia do dado oficial do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês), que sai nesta quarta-feira.



Fonte: Dow Jones Newswires, 26/06/2018
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