Mercado

Petróleo e empresas derrubam bolsas

Valor Econômico/Ag
17/07/2006 00:00
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Nova crise no Oriente Médio, petróleo batendo recorde de US$ 78 o barril, resultados decepcionantes das empresas e indicadores macroeconômicos pior que o esperado. Estes foram os elementos que levaram os mercados de ações a encerrar a sexta-feira em baixa nos Estados Unidos e na Europa. O Dow Jones, principal indicador de preços das ações na Bolsa de Nova York (NYSE), fechou em 10.739,35, em baixa de 1% em relação ao dia anterior, acumulando uma queda de 3,17% na semana - a pior semana em 15 meses.

A alta do petróleo também influiu negativamente nas bolsas européias, mas também pesou sobre os negócios a preocupação dos investidores com a temporada de balanços de empresas, que já começou com algumas decepções. As ações do grupo sueco de telecomunicação Ericsson recuaram 3% influenciadas indiretamente pelo anúncio de queda de 11% no lucro trimestral da concorrente Samsung. Os papéis da anglo-holandesa Philips caíram 2,6%, antes mesmo da divulgação de seus resultados, prevista para segunda-feira. O índice pan-europeu de ações de primeira linha, o FTSEurofirst 300, registrou baixa de 1,1%, a 1.278 pontos, o menor nível em duas semanas e está 9% abaixo do pico em cinco anos, atingido em 11 de maio.

Nos Estados Unidos, a decepção do mercado ficou por conta da General Electric (GE). Segunda maior empresa do mundo em valor de mercado, a GE caiu 56 centavos de dólar, para US$ 32,11 por ação, depois de anunciar a previsão de lucros para o segundo trimestre em 47 centavos por ação, o ponto mais baixo das previsões feitas pelos analistas. O mercado americano também refletiu negativamente a divulgação de índices de confiança do consumidor e de vendas do varejo, piores que o esperado.

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