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Petróleo avança 1,07% por dados e estoques nos EUA

Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam em alta nesta quarta-feira (27), impulsionados por indicadores macroeconômicos positivos nos Estados Unidos e pela queda nos estoques do país.


28/06/2012 16:46
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Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam em alta nesta quarta-feira (27), impulsionados por indicadores macroeconômicos positivos nos Estados Unidos e pela queda nos estoques do país.
 
O contrato do petróleo WTI para agosto ganhou US$ 0,85 (1,07%), encerrando a US$ 80,21 o barril. Já na plataforma eletrônica ICE o petróleo Brent para agosto avançou US$ 0,48 (0,52%), terminando a US$ 93,50 o barril.
 
O Departamento do Comércio dos EUA afirmou mais cedo que as encomendas de bens duráveis cresceram 1,1% em maio, para o valor sazonalmente ajustado de US$ 217,15 bilhões, superando a previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, de alta de 0,4%. Enquanto isso, o índice das vendas pendentes de residências usadas avançou 5,9% em maio em comparação com abril, para 101,1 pontos. A expectativa era de alta de 2,3%. E o Federal Reserve de Chicago informou que seu índice de atividade industrial do Meio-Oeste subiu 10,5% em maio, ante mesmo mês do ano passado, mas recuou 1,0% em relação a abril deste ano.
 
Além disso, os estoques de petróleo dos EUA caíram 133 mil barris na semana encerrada em 22 de junho, para 387,166 milhões de barris, segundo informou o Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês). A estimativa dos analistas era de queda de 500 mil barris. Os estoques de gasolina avançaram 2,078 milhões barris, para 204,822 milhões de barris, ante estimativa de alta de 800 mil barris. Os estoques de destilados recuaram 2,279 milhões de barris, para 118,851 milhões de barris, ante estimativa de alta de 900 mil barris.
 
"Nós estamos começando a perceber no mercado um sentimento de que as quedas recentes do petróleo tenham sido exageradas. Parece que está se formando um piso na parte superior da casa dos US$ 70 o barril", afirma Stephen Schork, editor do The Schork Report. Segundo ele, apesar da redução nos estoques ter sido menor do que o esperado, já é suficiente para tirá-los da máxima em 22 anos, patamar em que estavam até a semana passada.
 
O petróleo também recebeu suporte de uma greve de trabalhadores do setor de energia na Noruega, relataram participantes do mercado. A paralisação está provocando uma queda de 15% na produção diária de petróleo do país, ou 240 mil barris, de acordo com a Associação da Indústria do Petróleo. Cerca de 700 trabalhadores de quatro plataformas offshore estão em greve, em função de divergências sobre um acordo de aposentadorias.

Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam em alta nesta quarta-feira (27), impulsionados por indicadores macroeconômicos positivos nos Estados Unidos e pela queda nos estoques do país.


O contrato do petróleo WTI para agosto ganhou US$ 0,85 (1,07%), encerrando a US$ 80,21 o barril. Já na plataforma eletrônica ICE o petróleo Brent para agosto avançou US$ 0,48 (0,52%), terminando a US$ 93,50 o barril.


O Departamento do Comércio dos EUA afirmou mais cedo que as encomendas de bens duráveis cresceram 1,1% em maio, para o valor sazonalmente ajustado de US$ 217,15 bilhões, superando a previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, de alta de 0,4%. Enquanto isso, o índice das vendas pendentes de residências usadas avançou 5,9% em maio em comparação com abril, para 101,1 pontos. A expectativa era de alta de 2,3%. E o Federal Reserve de Chicago informou que seu índice de atividade industrial do Meio-Oeste subiu 10,5% em maio, ante mesmo mês do ano passado, mas recuou 1,0% em relação a abril deste ano.


Além disso, os estoques de petróleo dos EUA caíram 133 mil barris na semana encerrada em 22 de junho, para 387,166 milhões de barris, segundo informou o Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês). A estimativa dos analistas era de queda de 500 mil barris. Os estoques de gasolina avançaram 2,078 milhões barris, para 204,822 milhões de barris, ante estimativa de alta de 800 mil barris. Os estoques de destilados recuaram 2,279 milhões de barris, para 118,851 milhões de barris, ante estimativa de alta de 900 mil barris.


"Nós estamos começando a perceber no mercado um sentimento de que as quedas recentes do petróleo tenham sido exageradas. Parece que está se formando um piso na parte superior da casa dos US$ 70 o barril", afirma Stephen Schork, editor do The Schork Report. Segundo ele, apesar da redução nos estoques ter sido menor do que o esperado, já é suficiente para tirá-los da máxima em 22 anos, patamar em que estavam até a semana passada.


O petróleo também recebeu suporte de uma greve de trabalhadores do setor de energia na Noruega, relataram participantes do mercado. A paralisação está provocando uma queda de 15% na produção diária de petróleo do país, ou 240 mil barris, de acordo com a Associação da Indústria do Petróleo. Cerca de 700 trabalhadores de quatro plataformas offshore estão em greve, em função de divergências sobre um acordo de aposentadorias.

 

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