Biodiesel

Petrobras vê com otimismo produção com a Galp

A Petrobras está "otimista" com o acordo para produção de biodiesel em parceria com a Galp, que dever começar até ao fim deste ano, disse à Agência Lusa fonte da estatal brasileira. Fernando José Cunha, gerente de biocombustíveis da Petrobras, afirmou que o estudo de viabilidade técnica es

Agência Lusa
20/06/2008 11:53
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A Petrobras está "otimista" com o acordo para produção de biodiesel em parceria com a Galp, que dever começar até ao fim deste ano, disse à Agência Lusa fonte da estatal brasileira. Fernando José Cunha, gerente de biocombustíveis da Petrobras, afirmou que o estudo de viabilidade técnica está sendo finalizado pelas equipes das duas companhias.

 

"Estamos muito otimistas com essa parceria, principalmente com a possibilidade de abertura do mercado de distribuição de biodiesel para a Petrobras na Europa a partir da Galp", afirmou.

 

José Cunha, que participou nesta terça-feira de um encontro com empresários, no consulado de Portugal em São Paulo, disse que o acordo incluiu a exportação de biodiesel para ser adicionado ao diesel no mercado português.

 

O biodisel será produzido pela Petrobras, a partir do óleo da palma, por uma unidade industrial provavelmente localizada na região Nordeste do Brasil.

 

"Temos uma interlocução excelente com a Galp que inclui a elaboração de estudos para a exploração na península de Peniche e parcerias aqui no Brasil", disse.

 

No Brasil, as duas companhias são parceiras na exploração de petróleo, no litoral brasileiro, principalmente abaixo da camada de sal, nos campos de Júpiter, Tupi e Bem-te-vi. O acordo para produção de biodiesel entre as duas companhias foi assinado em julho do ano passado, em Lisboa, durante a cúpula União Européia-Brasil sobre combustíveis limpos.

 

Na época, foi anunciada a produção de 600.000 toneladas de biodiesel, sendo metade destinada ao mercado português e o restante para outros países europeus. O biodisel será utilizado pela Galp para cumprir a meta de adicionar até 10% de biodiesel ao diesel mineral derivado do petróleo consumido por Portugal até 2010.

 

José Cunha salientou que a mistura do biodiesel ao diesel melhora o desempenho dos motores e reduz as emissões de CO2 na atmosfera, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.

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