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Brasil

Petrobras retoma refinarias do NE

25/09/2013 | 09h52

 

Petrobras retoma refinarias do NE
A Petrobras espera abrir a licitação das obras das refinarias Premium I e II - no Maranhão e no Pará - entre março e abril de 2014. Os projetos dos empreendimentos foram redesenhados no exterior, para reduzir custos.
Em entrevista ao Valor, a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, reconheceu que, nessas refinarias, a empresa está tentando tirar "lições aprendidas para não serem repetidas". A "lição" diz respeito à construção da refinaria Abreu e Lima, cujo preço estimado está em US$ 17 bilhões, quase sete vezes o orçamento inicial. Graça Foster disse que a PDVSA só entrará no capital de Abreu e Lima se desembolsar 40% dos US$ 17 bilhões. Menos, a Petrobras não aceita. O pagamento em petróleo pode ser uma saída, desde que feito de uma só vez. "Pagamento pingado, não. Eu preciso de dinheiro".
A presidente da estatal disse que, mesmo com a recente apreciação do real, a defasagem dos preços internos dos combustíveis ainda é "relevante". A valorização da taxa de câmbio para R$ 2,20 diminuiu a defasagem, mas o plano de negócios da estatal foi feito com o câmbio a R$ 2,00.

A Petrobras espera abrir a licitação das obras das refinarias Premium I e II - no Maranhão e no Pará - entre março e abril de 2014. Os projetos dos empreendimentos foram redesenhados no exterior, para reduzir custos.


Em entrevista ao Valor, a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, reconheceu que, nessas refinarias, a empresa está tentando tirar "lições aprendidas para não serem repetidas". A "lição" diz respeito à construção da refinaria Abreu e Lima, cujo preço estimado está em US$ 17 bilhões, quase sete vezes o orçamento inicial. Graça Foster disse que a PDVSA só entrará no capital de Abreu e Lima se desembolsar 40% dos US$ 17 bilhões. Menos, a Petrobras não aceita. O pagamento em petróleo pode ser uma saída, desde que feito de uma só vez. "Pagamento pingado, não. Eu preciso de dinheiro".


A presidente da estatal disse que, mesmo com a recente apreciação do real, a defasagem dos preços internos dos combustíveis ainda é "relevante". A valorização da taxa de câmbio para R$ 2,20 diminuiu a defasagem, mas o plano de negócios da estatal foi feito com o câmbio a R$ 2,00.

 



Fonte: Valor Econômico
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