Produção

Petrobras retoma exploração de gás na Bacia do Solimões

Para cumprir contrato de fornecimento de 5,5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por 20 anos, com o governo do Amazonas, a Petrobras vai retomar as atividades exploratórias na bacia do Rio Solimões. A informação foi dada pelo diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estre

Agência Brasil
04/09/2007 00:00
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Para cumprir contrato de fornecimento de 5,5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por 20 anos, com o governo do Amazonas, a Petrobras vai retomar as atividades exploratórias na bacia do Rio Solimões. A informação foi dada pelo diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, ao detalhar investimentos do Plano de Negócios 2008-2012.

Como o estoque atual do campo de Urucu é insuficiente, a alternativa da estatal é voltar-se para projetos de desenvolvimento dos campos de Juruá, Jaraqui e São Mateus, na Bacia do Solimões. O gás de Urucu, que hoje é reinjetado nos campos e depois de separado do petróleo, passará a ser aproveitado em 2008 para atender termelétricas e indústrias da região. Com essa finalidade a Petrobras pretende concluir as obras do gasoduto Coari-Manaus.

Segundo informações do diretor, os campos de Juruá, Jaraqui e São Mateus foram descobertos no fim da década de 1970, mas dificuldades de escoamento do produto levaram a estatal a suspender a exploração na Bacia do Solimões. Ele não detalhou os investimentos necessários ou a data do reinício das atividades, mas disse que os campos têm reserva estimada em 1 bilhão de barris de óleo equivalente (petróleo e gás).

“O importante é que o gás existente em Urucu nos permite atender ao contrato para além de 2012. Isto nos dá tempo para fazer novas perfurações e confirmar as reservas estimadas, e para procurar com calma as sondas necessárias ao desenvolvimento do projeto”, disse.

Estrella explicou ainda que a decisão decorre da previsão de declínio da produção de Urucu a partir de 2012: “Os campos de gás têm produção declinante em uma velocidade maior que a dos de petróleo. E hoje as reservas não são suficientes para atender ao cumprimento do contrato com o governo do Amazonas."

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