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Refino

Petrobras quer instalar planta de GTL até 2009

14/06/2005 | 00h00

A Petrobras quer implantar no Brasil até 2008 uma planta de Gas To Liquid (GTL), que consiste na produção de combustíveis líquidos de alta qualidade por meio do processamento de gás natural. O diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, disse nesta terça-feira (14/06) que o projeto está sendo desenvolvido por meio de uma parceria entre o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes) e uma empresa privada estrangeira.

Entre os combustíveis que podem ser produzidos pelo sistema GTL estão a gasolina e o diesel, sendo que, neste último caso, o projeto favorecerá a redução da importação do produto. Outra vantagem, disse Costa, é a viabilidade da produção de gás natural em locais remotos. "Trata-se do uso do gás natural para se produzir um combustível líquido de alta qualidade, isento de enxofre. Em regiões isoladas, quando se tem uma reserva de gás, a maneira mais simples é transportar como gás natural liqüefeito. Se for numa região com rios pode ser por meio de gás natural comprimido ou se constrói um gasoduto. Mas todos esses investimentos são caros. Em uma planta GTL se faz o transporte por meio de navios comuns, como se transporta gasolina, diesel ou outros derivados", explicou.

O diretor de abastecimento não quis adiantar a localização do empreendimento e disse que uma cláusula de sigilo impede a divulgação do nome do parceiro privado no projeto, mas observou que essa participação permitirá a Petrobras ganhar tempo no desenvolvimento da tecnologia GTL.

Costa disse ainda que está pleiteando "um aumento substancial" no volume de recursos destinados à Diretoria de Abastecimento na revisão do plano estratégico da estatal, que, na versão atual, prevê US$ 12 bilhões para investimentos em refino e petroquímica até 2010.  O diretor explicou que os recursos complementares são necessários, por exemplo, para a construção da nova refinaria no Nordeste e da Unidade de Petroquímicos Básicos (UPB), que será construída no Estado do Rio de Janeiro, em local ainda a ser decidido. "Com as novas unidades será necessário um incremento de investimento. Estamos agora em fase de conclusão dos estudos e o nosso cronograma é concluir essa análise no mês de junho e divulgar ao mercado em julho".



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