Onshore

Petrobras quer competição na 12ª Rodada de Licitações da ANP

Meta é baixar o preço do gás natural.

Agência Petrobras
23/10/2013 14:45
Petrobras quer competição na 12ª Rodada de Licitações da ANP Imagem: Termeletrica Euzebio Rocha. Agência Petrobras Visualizações: 1305

 

Ao participar, nesta quarta-feira (23), do XV Congresso Brasileiro de Energia (CBE), realizado no Rio de Janeiro, o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Alcides Santoro, convidou a indústria a participar da 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), marcada para novembro deste ano, e defendeu a realização de leilões de energia regionais.
"Esta é a primeira Rodada de Licitações com foco exclusivamente em produção e exploração onshore (em terra). É muito importante que todos os players participem porque a única maneira de baixar o preço do gás natural é aumentando a produção nacional", explicou Santoro, durante o evento realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em comemoração aos 50 anos da Coppe/UFRJ.
Ao lembrar que o Brasil é importador líquido de gás natural, uma vez que, aproximadamente, 50% da oferta interna vem da Bolívia ou de outras fontes no mercado internacional na forma de Gás Natural Liquefeito (GNL), o diretor da Petrobras afirmou que “a redução do preço só será possível se a oferta de gás nacional for abundante”.
Na oportunidade, Santoro também destacou a importância da realização de leilões de energia regionais, aproveitando as vantagens comparativas de cada região do país. "No Nordeste, temos a facilidade dos ventos; no Sul, além dos ventos, há carvão; no Sudeste e no Centro-Oeste, temos a biomassa; e temos, ainda, uma rede de gasodutos que cobre grande parte do país. Nenhuma fonte deve ser excluída. Todas têm seu espaço na matriz energética nacional", afirmou o executivo.
Considerando que “não há desenvolvimento econômico sem segurança energética”, Santoro ressaltou a importância de uma base robusta de geração de energia elétrica e destacou os esforços da Petrobras nesse sentido, lembrando que a companhia é, hoje, a sétima geradora do país, com 6.885 MW de capacidade em seu parque termelétrico.
Com investimentos também em energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas, a Petrobras inaugura este ano, no Rio Grande do Norte, sua primeira usina de energia solar e, na Bahia, seu terceiro Terminal de Regaseificação de GNL, o que aumentará a capacidade de regaseificação da companhia para 41 milhões de m³/dia.

Ao participar, nesta quarta-feira (23), do XV Congresso Brasileiro de Energia (CBE), realizado no Rio de Janeiro, o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Alcides Santoro, convidou a indústria a participar da 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), marcada para novembro deste ano, e defendeu a realização de leilões de energia regionais.

"Esta é a primeira Rodada de Licitações com foco exclusivamente em produção e exploração onshore (em terra). É muito importante que todos os players participem porque a única maneira de baixar o preço do gás natural é aumentando a produção nacional", explicou Santoro, durante o evento realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em comemoração aos 50 anos da Coppe/UFRJ.

Ao lembrar que o Brasil é importador líquido de gás natural, uma vez que, aproximadamente, 50% da oferta interna vem da Bolívia ou de outras fontes no mercado internacional na forma de Gás Natural Liquefeito (GNL), o diretor da Petrobras afirmou que “a redução do preço só será possível se a oferta de gás nacional for abundante”.

Na oportunidade, Santoro também destacou a importância da realização de leilões de energia regionais, aproveitando as vantagens comparativas de cada região do país. "No Nordeste, temos a facilidade dos ventos; no Sul, além dos ventos, há carvão; no Sudeste e no Centro-Oeste, temos a biomassa; e temos, ainda, uma rede de gasodutos que cobre grande parte do país. Nenhuma fonte deve ser excluída. Todas têm seu espaço na matriz energética nacional", afirmou o executivo.

Considerando que “não há desenvolvimento econômico sem segurança energética”, Santoro ressaltou a importância de uma base robusta de geração de energia elétrica e destacou os esforços da Petrobras nesse sentido, lembrando que a companhia é, hoje, a sétima geradora do país, com 6.885 MW de capacidade em seu parque termelétrico.

Com investimentos também em energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas, a Petrobras inaugura este ano, no Rio Grande do Norte, sua primeira usina de energia solar e, na Bahia, seu terceiro Terminal de Regaseificação de GNL, o que aumentará a capacidade de regaseificação da companhia para 41 milhões de m³/dia.

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