Refino

Petrobras planeja crescimento da capacidade de refino no 2° semestre

Importação de derivados já trazem prejuízo à empresa.

Estado de São Paulo
12/08/2014 09:43
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A produção de combustíveis pela Petrobras no país deve crescer no segundo semestre, com expansão da capacidade de refino, maior uso de líquidos de gás natural no processamento e melhoras no sistema de transporte, disse nesta segunda-feira o diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza.
A previsão de Cosenza é que a média de derivados na segunda metade do ano seja de 2,24 milhões de barris por dia, alta de 4 por cento frente ao primeiro semestre, que registrou média de 2,152 milhões de barris por dia.
Cosenza confirmou reportagem publicada pela Reuters na sexta-feira de que a Petrobras vem intensificando o uso de uma tecnologia de produção de gasolina a partir de condensados de gás associados a novos campos de petróleo, e que aposta nessa técnica para reduzir mais as compras do combustível no exterior.
Além disso, o diretor reiterou o trabalho da empresa em expandir a capacidade de refino interna. “Nós já estamos vivendo um processo de entrega de vários sistemas (da Refinaria do Nordeste/Rnest)”, disse Cosenza, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre.
A busca da empresa é por reduzir as importações de derivados, já que trazem prejuízo à empresa ao serem comercializados no país por preços inferiores aos de compra no mercado externo.
A previsão da empresa é reduzir em 30 por cento as importações de petróleo e derivados no segundo semestre, frente ao registrado no primeiro semestre, segundo informou a Petrobras em seu relatório de resultados do segundo trimestre, na sexta-feira.
Cosenza reiterou previsão para o início da operação do primeiro trem (unidade de refino) da Refinaria do Nordeste (Rnest), em Pernambuco, para 4 de novembro. A projeção é que a unidade atinja seu pico da capacidade, de 115 mil barris por dia, em janeiro.
A unidade, segundo o diretor, já está em “sistema de partida”, quando alguns sistemas já começam a ser entregues para a operação, como de geração de energia e tratamento de água.
O segundo trem de refino da Rnest está previsto para entrar em operação em maio de 2015, agregando mais 115 mil barris/dia de capacidade. O diretor não informou quando será atingido o pico da capacidade de refino da segunda unidade.
A empresa também está concluindo expansão da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul, que deve agregar a produção de 12 mil barris/dia de diesel no país.
Para manter as metas, a empresa planeja a manutenção do nível de utilização das refinarias de 98 por cento, no terceiro trimestre, sem paralisações importantes, explicou o diretor.
Durante apresentação para analistas e jornalistas, o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou que o crescimento da produção de petróleo e da capacidade de refino permitirá que a empresa tenha fluxo de caixa líquido positivo no fim de 2015.

A produção de combustíveis pela Petrobras no país deve crescer no segundo semestre, com expansão da capacidade de refino, maior uso de líquidos de gás natural no processamento e melhoras no sistema de transporte, disse nesta segunda-feira o diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza.

A previsão de Cosenza é que a média de derivados na segunda metade do ano seja de 2,24 milhões de barris por dia, alta de 4 por cento frente ao primeiro semestre, que registrou média de 2,152 milhões de barris por dia.

Cosenza confirmou reportagem publicada pela Reuters na sexta-feira de que a Petrobras vem intensificando o uso de uma tecnologia de produção de gasolina a partir de condensados de gás associados a novos campos de petróleo, e que aposta nessa técnica para reduzir mais as compras do combustível no exterior.

Além disso, o diretor reiterou o trabalho da empresa em expandir a capacidade de refino interna.

“Nós já estamos vivendo um processo de entrega de vários sistemas (da Refinaria do Nordeste/Rnest)”, disse Cosenza, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre.

A busca da empresa é por reduzir as importações de derivados, já que trazem prejuízo à empresa ao serem comercializados no país por preços inferiores aos de compra no mercado externo.

A previsão da empresa é reduzir em 30 por cento as importações de petróleo e derivados no segundo semestre, frente ao registrado no primeiro semestre, segundo informou a Petrobras em seu relatório de resultados do segundo trimestre, na sexta-feira.

Cosenza reiterou previsão para o início da operação do primeiro trem (unidade de refino) da Refinaria do Nordeste (Rnest), em Pernambuco, para 4 de novembro.

A projeção é que a unidade atinja seu pico da capacidade, de 115 mil barris por dia, em janeiro.

A unidade, segundo o diretor, já está em “sistema de partida”, quando alguns sistemas já começam a ser entregues para a operação, como de geração de energia e tratamento de água.

O segundo trem de refino da Rnest está previsto para entrar em operação em maio de 2015, agregando mais 115 mil barris/dia de capacidade.

O diretor não informou quando será atingido o pico da capacidade de refino da segunda unidade.

A empresa também está concluindo expansão da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul, que deve agregar a produção de 12 mil barris/dia de diesel no país.

Para manter as metas, a empresa planeja a manutenção do nível de utilização das refinarias de 98 por cento, no terceiro trimestre, sem paralisações importantes, explicou o diretor.

Durante apresentação para analistas e jornalistas, o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras,

Almir Barbassa, afirmou que o crescimento da produção de petróleo e da capacidade de refino permitirá que a empresa tenha fluxo de caixa líquido positivo no fim de 2015.

 

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