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Meio ambiente

Petrobras é reconhecida por liderança em gestão ambiental no Relatório do Carbon Disclosure Project (CDP)

16/12/2016 | 13h27

Pela primeira vez, a organização internacional Carbon Disclosure Project (CDP) incluiu a Petrobras em uma seleta lista de empresas que lideram o ranking de comprometimento com a redução de emissões no Relatório Anual de Mudança de Clima. A companhia recebeu o certificado de Empresa Líder, por se destacar pelas boas práticas de gestão ambiental.

Entre as principais iniciativas da Petrobras para mitigar emissões estão o programa de reinjeção de CO2 associado ao gás natural produzido na camada pré-sal; o programa de otimização do aproveitamento de gás natural produzido nas plataformas; a substituição de parte do gás natural consumido nas refinarias por biogás de aterro; e a otimização de consumo de gás combustível no sistema de tocha em refinarias. As ações de eficiência energética permitiram evitar a emissão de cerca de 72 milhões de toneladas de CO2 equivalente de 2010 a 2015 nas atividades de upstreame downstream da companhia. O resultado superou em mais de 56% a meta definida para o período, estimada em 46 milhões de toneladas de CO2e.

“A companhia responde ao questionário do CDP desde 2006 e vem aumentando sua pontuação ano a ano. Em 2016, obteve o resultado A-, o que a distingue como Empresa Líder”, assinalou a gerente de Emissões Atmosféricas e Mudança do Clima, Angela Martins de Souza, que representou a Petrobras no evento Conexão CDP, na última terça-feira (13/12), em São Paulo. Apenas 21 empresas foram reconhecidas pelo estágio de liderança de um total de 115 companhias avaliadas na América Latina na categoria de mudança climática.

Reinjeção de CO2

A Petrobras é a primeira empresa no mundo a realizar a separação e reinjeção de CO2 em ambiente offshore em grandes profundidades. Atualmente, esse processo é realizado em quatro FPSOs (sigla em inglês para unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) - Cidade de Angra dos Reis e Cidade de Paraty, no campo de Lula, e Cidade de São Paulo e Cidade de Ilhabela, no campo de Sapinhoá -, e em breve será iniciado no FPSO Cidade de Maricá, no campo de Lula. Em outubro de 2016, a Petrobras atingiu a marca de quatro milhões de toneladas de CO2 separados do gás natural e reinjetados no pré-sal da Bacia de Santos.

Para atingir esse objetivo, a companhia desenvolveu tecnologia, em cooperação com parceiros e empresas especializadas. A técnica foi adotada primeiramente no projeto-piloto do campo de Lula (FPSO Cidade de Angra dos Reis), onde a Petrobras bateu o recorde global de poço submarino mais profundo com injeção de gás com CO2, em profundidade de água de 2.220 metros (o reservatório propriamente dito está a mais de 5500m de profundidade). Após 5 anos de operação, pode-se afirmar que a tecnologia de separação de CO2 do petróleo produzido no pré-sal, bem como sua reinjeção nos reservatórios produtores, é plenamente viável dos pontos de vista técnico, econômico e ambiental.

Sobre o CDP

O CDP é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que possui o maior banco de dados sobre gestão de emissões de gases de efeito estufa. Anualmente elabora um questionário coletivo, formulado por investidores institucionais, e o endereça às empresas listadas nas principais bolsas de valores do mundo. Seu objetivo principal é a divulgação de informações e a avaliação de desempenho da gestão das emissões de gases de efeito estufa - GEE, uso de energia e riscos, e oportunidades decorrentes da mudança do clima. Os investidores signatários usam os dados fornecidos pelas empresas ao CDP nas decisões estratégicas de investimento. Em 2016, o CDP representou 827 investidores.

O questionário dá origem ao relatório, que apresenta a nota das empresas em relação aos dados reportados ao CDP. Essa pontuação revela o progresso de cada organização, desde a divulgação dos dados (pontuação D- e D), passando por conscientização (pontuação C- e C) e gestão (pontuação B- e B), até um estágio de liderança, caracterizado pelas melhores práticas, (com pontuação A e A-).

 



Fonte: Redação/Agência Petrobras
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