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Exploração

Petrobras e EBX buscam petróleo, carvão e ouro

02/03/2012 | 15h06
Não é de hoje que a Colômbia é alvo de interesse das empresas brasileiras de energia. O país entrou nas prioridades da Petrobras durante seu plano de internacionalização e hoje abriga ativos considerados importantes, como empresas de Eike Batista - OGX, CCX (associação de MMX com a alemã E.ON) e AUX.

Atualmente, a estatal tem cinco campos na Colômbia, de onde extrai 9,6 mil barris de petróleo por dia. Opera três campos no país: Guando, Purificación e Matachines. Além disso, a Petrobras tem contratos de exploração e produção em 14 blocos no país - oito em terra e seis deles onshore.

Apesar de ter baixado a atuação internacional, a estatal tem 4% do mercado de distribuição de combustíveis do país, com 86 postos de serviços, e uma fábrica de lubrificantes chamada Puente Aranda.

A OGX entrou no país em 2010 e no ano passado assinou cinco contratos com a Agencia Nacional de Hidrocarburos de Colômbia (ANH). Tem dois contratos para exploração e produção - blocos VIM-5, na Bacia do Vale Inferior Madalena e VMM-26, na Bacia do Vale Médio Madalena - e três para avaliação técnica em três áreas na Bacia de Cesar-Ranchería.

A MPX/CCX começou a explorar carvão de três minas nas concessões de La Guajira em 2010. Segundo a empresa, as reservas permitirão extrair 35 milhões de toneladas por ano. O plano prevê um sistema integrado, com mina, ferrovia de 150 km e um porto para exportação de carvão a usinas termelétricas do grupo no Brasil e no Chile e para o mercado asiático. Batista também adquiriu ativos de mineração de ouro, os quais foram reunidos na AUX.

Já a estatal colombiana Ecopetrol entrou no Brasil em 2004, quando participou da 6ª Rodada de Licitações da ANP, agência do setor. Hoje, é concessionária de oito blocos exploratórios, como parceira da Petrobras e quatro outra companhias. Na bacia de Campos é sócia de Petrobras, de Anadarko e Petrogal. No Pará-Maranhão, está com Petrobras e Vale, e em Santos, além da estatal brasileira, é sócia da indiana ONGC.


Fonte: Valor Econômico
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