Petroquímica

Petrobras, Dow Química e Elekeiroz estudam implantação de unidade de ácido acrílico

A Petrobras, a Elekeiroz S.A. e a Dow Brasil S.A. assinaram, nesta quarta-feira (16/02), um memorando de entendimentos para elaborar Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para a implantação de unidades de produção de ácido acrílico, junto à Refinaria Gabriel Passos - Regap, em Minas Ger

Redação
17/02/2005 00:00
Visualizações: 1278

A Petrobras, a Elekeiroz S.A. e a Dow Brasil S.A. assinaram, nesta quarta-feira (16/02), um memorando de entendimentos para elaborar Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para a implantação de unidades de produção de ácido acrílico, junto à Refinaria Gabriel Passos - Regap, em Minas Gerais. O investimento inicial do projeto seria superior a US$ 360 milhões e
permitirá a criação de uma segunda geração de empresas na região. Conseqüentemente, a abertura de mais de 5.000 novos empregos.
Segundo nota enviada pela Petrobras, a decisão das empresas considerou as suas atuais linhas de negócio e atuação em petroquímica. Todas têm interesse na implantação de um complexo petroquímico composto de diversas plantas integradas para produzir ácido acrílico em diferentes graus de pureza, como acrilatos leves - utilizados para a produção de tintas  acrílicas - pesados e derivados, além de polímeros superabsorventes, para a fabricação de fraldas descartáveis, e também derivados.
A Petrobras e Elekeiroz serão fornecedoras de matéria-prima. A Petrobras é produtora de propeno e está implantando uma unidade separadora de propeno na Refinaria Gabriel Passos. Essa unidade poderá atender à necessidade do Complexo Acrílico, que será construído em terreno da Petrobras próximo à Regap. Já a Elekeiroz produz normal-butanol e 2-etil-hexanol, também  matérias-primas para a produção de acrilatos. A Dow é uma grande produtora mundial de ácido acrílico e seus derivados.
Os trabalhos para elaboração da avaliação técnica do EVTE serão conduzidos por um comitê misto com representantes das três empresas e o prazo do memorando de entendimentos é de seis meses.

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