Petróleo e Gás

Petrobras: autossuficiência na produção de petróleo em 2015

Autossuficiência em derivados, só em 2020.

Revista TN Petróleo, Redação com Agência
27/02/2014 10:25
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Segundo a presidente da Petrobras, Graça Foster, o país deve se tornar autossuficiente na produção de petróleo no ano que vem. Já a autossuficiência em derivados de petróleo deve ser alcançada em 2020, quando estarão operando todas as refinarias atualmente em construção.
Durante apresentação do Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2014-2018, a executiva afirmou que sempre haverá importação de petróleo, porque "produzimos, importamos e exportamos de acordo com [a capacidade das] nossas refinarias. Existe uma autossuficiência líquida entre o que se importa e se exporta”, afirmou. A partir de 2020, pode até sobrar excedente do refino, mas isso dependerá o crescimento do consumo interno.
A exportação de combustível tem gerado impacto sobre o caixa da estatal. Nos últimos anos, a empresa não repassou a diferença de preços do diesel e da gasolina importados e acabou subsidiando os combustíveis no mercado interno. A situação começa a se inverter no ano passado, com aumento da produção nacional e a correção dos preços nas bombas, autorizados pelo governo.
De acordo com os planos da Petrobras, a estatal espera produzir 3,7 milhões de barris de petróleo por dia entre 2020 e 2030, em média, em comparação com os 2,9 milhões barris atuais. A partir de 2020, a companhia estima que a demanda média por derivados, como diesel e gasolina, fique em torno de 3,4 milhões de barris por dia, com crescimento de 2,3% ao ano.
“Quanto mais o mercado cresce, menos petróleo se exporta. Mas o Brasil, com esses dados, posiciona-se como produtor relevante e também exportador importante dentro do suprimento global de petróleo. É um fato à luz dos números, que não são só da Petrobras”, disse Graça Foster. Ela ressaltou que a empresa detém o monopólio do refino, mas que estuda parcerias com empresas chinesas.
Na apresentação, Graça comunicou que teve sucesso em 75% das ações de exploração e disse acreditar que está acima da média mundial. Nos poços do pré-sal, por exemplo, Graça foi categórica ao afirmar que o sucesso foi de “100%” no ano passado. Das 24 descobertas da companhia nos últimos 14 meses em áreas marítimas, 14 estão no pré-sal, entre São Paulo e Sergipe.
Fora do país, a companhia continuará mantendo o foco em exploração e produção, principalmente na Argentina. Segundo Graça, não haverá a venda de ativos.

Segundo a presidente da Petrobras, Graça Foster, o país deve se tornar autossuficiente na produção de petróleo no ano que vem. Já a autossuficiência em derivados de petróleo deve ser alcançada em 2020, quando estarão operando todas as refinarias atualmente em construção.

Durante apresentação do Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2014-2018, a executiva afirmou que sempre haverá importação de petróleo, porque "produzimos, importamos e exportamos de acordo com [a capacidade das] nossas refinarias. Existe uma autossuficiência líquida entre o que se importa e se exporta”, afirmou. A partir de 2020, pode até sobrar excedente do refino, mas isso dependerá o crescimento do consumo interno.

A exportação de combustível tem gerado impacto sobre o caixa da estatal. Nos últimos anos, a empresa não repassou a diferença de preços do diesel e da gasolina importados e acabou subsidiando os combustíveis no mercado interno. A situação começa a se inverter no ano passado, com aumento da produção nacional e a correção dos preços nas bombas, autorizados pelo governo.

De acordo com os planos da Petrobras, a estatal espera produzir 3,7 milhões de barris de petróleo por dia entre 2020 e 2030, em média, em comparação com os 2,9 milhões barris atuais. A partir de 2020, a companhia estima que a demanda média por derivados, como diesel e gasolina, fique em torno de 3,4 milhões de barris por dia, com crescimento de 2,3% ao ano.

“Quanto mais o mercado cresce, menos petróleo se exporta. Mas o Brasil, com esses dados, posiciona-se como produtor relevante e também exportador importante dentro do suprimento global de petróleo. É um fato à luz dos números, que não são só da Petrobras”, disse Graça Foster. Ela ressaltou que a empresa detém o monopólio do refino, mas que estuda parcerias com empresas chinesas.

Na apresentação, Graça comunicou que teve sucesso em 75% das ações de exploração e disse acreditar que está acima da média mundial. Nos poços do pré-sal, por exemplo, Graça foi categórica ao afirmar que o sucesso foi de “100%” no ano passado. Das 24 descobertas da companhia nos últimos 14 meses em áreas marítimas, 14 estão no pré-sal, entre São Paulo e Sergipe.

Fora do país, a companhia continuará mantendo o foco em exploração e produção, principalmente na Argentina. Segundo Graça, não haverá a venda de ativos.

 

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