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Lucro

Petrobras: Alta de custos, baixas contábeis e IR explicam lucro menor

11/08/2014 | 09h36

 

Avanço nos custos e despesas operacionais pesaram sobre os resultados da Petrobras no segundo trimestre e explicam a maior parte da queda de 20% no lucro em relação a um ano antes, para R$ 4,96 bilhões.
As receitas cresceram 11,8%, para R$ 82,30 bilhões e ficaram em linha com o esperado pelos analistas. Os custos de produção, no entanto, cresceram em maior proporção, 15,2%, para R$ 63,3 bilhões, levando a margem bruta a um recuo de 2,3 pontos percentuais, para 23,1%.
As despesas operacionais também tiveram um salto ainda mais significativo, de 38%, para R$ 10,2 bilhões. Esses gastos foram pressionados, sobretudo, por baixas de poços secos e referentes a devoluções de campos, que somaram R$ 1,49 bilhão — mais que o dobro do verificado no segundo trimestre de 2013.
Com isso, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou em R$ 16,24 bilhões, com declínio de 10,2% na comparação anual e 5% abaixo da expectativa média de cinco analistas consultados pelo Valor.
O resultado financeiro impediu uma queda ainda maior no lucro. O saldo entre ganhos com aplicações e gastos com pagamento de juros e variação cambial ficou negativo em R$ 940 milhões, 73,5% menos que os R$ 3,55 bilhões de um ano antes. A redução é explicada principalmente pela correção das dívidas em moeda estrangeira pelo real mais apreciado, que é contabilizada como receita, ainda que os pagamentos ocorram apenas no longo prazo.
Além da perda de margens operacionais, pesou ainda sobre o resultado o aumento da alíquota efetiva de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) em relação de 2013. No segundo trimestre deste ano, esses tributos corresponderam a 34% do lucro antes de impostos, fatia que foi de 28% entre abril e junho do ano passado.

Avanço nos custos e despesas operacionais pesaram sobre os resultados da Petrobras no segundo trimestre e explicam a maior parte da queda de 20% no lucro em relação a um ano antes, para R$ 4,96 bilhões.

As receitas cresceram 11,8%, para R$ 82,30 bilhões e ficaram em linha com o esperado pelos analistas.

Os custos de produção, no entanto, cresceram em maior proporção, 15,2%, para R$ 63,3 bilhões, levando a margem bruta a um recuo de 2,3 pontos percentuais, para 23,1%.

As despesas operacionais também tiveram um salto ainda mais significativo, de 38%, para R$ 10,2 bilhões.

Esses gastos foram pressionados, sobretudo, por baixas de poços secos e referentes a devoluções de campos, que somaram R$ 1,49 bilhão — mais que o dobro do verificado no segundo trimestre de 2013.

Com isso, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou em R$ 16,24 bilhões, com declínio de 10,2% na comparação anual e 5% abaixo da expectativa média de cinco analistas consultados pelo Valor.

O resultado financeiro impediu uma queda ainda maior no lucro. O saldo entre ganhos com aplicações e gastos com pagamento de juros e variação cambial ficou negativo em R$ 940 milhões, 73,5% menos que os R$ 3,55 bilhões de um ano antes.

A redução é explicada principalmente pela correção das dívidas em moeda estrangeira pelo real mais apreciado, que é contabilizada como receita, ainda que os pagamentos ocorram apenas no longo prazo.

Além da perda de margens operacionais, pesou ainda sobre o resultado o aumento da alíquota efetiva de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) em relação de 2013.

No segundo trimestre deste ano, esses tributos corresponderam a 34% do lucro antes de impostos, fatia que foi de 28% entre abril e junho do ano passado.

 



Fonte: Valor Econômico
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