Greve

Parte dos petroleiros volta ao trabalho

Agência Brasil
17/11/2015 10:20
Parte dos petroleiros volta ao trabalho Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 504

 

Os trabalhadores das bases sindicais do Norte-Fluminense, do Espírito Santo e de Minas Gerais rejeitaram a indicação Federação Única dos Petroleiros (FUP) de voltar ao trabalho decidiram continuar em greve. De acordo com a FUP, as bases do Amazonas, do Rio Grande do Norte, do Ceará/Piauí, do Pernambuco/Paraíba, da Bahia, Duque de Caxias, do Unificado-SP, do Paraná/Santa Catarina, do Sindiquímica-PR e do Rio Grande do Sul encerraram a paralisação. As assembleias para avaliar as propostas e votar pela continuidade ou não da greve dos petroleiros começaram na sexta-feira (13) e terminaram no fim da tarde de hoje (16).
Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, os petroleiros voltaram hoje (16) ao trabalho. Segundo o presidente do sindicato da categoria no município, Simão Zanardi, a decisão foi seguir a orientação do Conselho Deliberativo da FUP de suspender a paralisação e manter o estado de greve. O motivo é que está em andamento o prazo de 60 dias em que o grupo de trabalho formado por representantes da entidade e da empresa, após análise de propostas apresentadas pela categoria, vai elaborar um relatório que será apresentado ao Conselho de Administração da Petrobras.
Para Zanardi, a paralisação foi positiva, porque levou a Petrobras a discutir com a categoria a Pauta pelo Brasil, que, entre outros itens, defende a manutenção de investimentos da empresa e os empregos. “Não significa que nós vencemos o debate, mas conseguimos pautar a Petrobras e o conselho de administração para discutir com a FUP e seus sindicatos qual é o melhor projeto de sociedade e de Petrobras para o Brasil”, analisou.
O sindicalista informou que somente em dezembro haverá a normalização da produção da Reduc. Diariamente serão produzidos 210 mil barris de petróleo refinado e, quando a produção ficar normalizada, atingirá 240 mil barris. O sindicalista explicou que a unidade de refinação 1.710 estava em parada de manutenção antes da greve e, com a paralisação da categoria, os serviços foram atrasados e, em consequência, a unidade vai ficar mais tempo parada do que era previsto.
A greve continua também para os trabalhadores filiados à Federação Nacional dos Petroleiros, que encaminhou hoje à Petrobras um ofício pedindo uma reunião com a companhia para discutir a última proposta apresentada pela empresa e apresentar os motivos que esta parcela dos petroleiros não aceitou o que foi oferecido. Entre os itens destacados pela entidade, está a negociação dos dias parados e punições aos grevistas.
“O que está pegando é o aumento real, desconto dos dias parados e a não certeza de que não vai ter punição aos grevistas”, disse o secretário-geral da FNP, Emanuel Jorge Cancella. Na proposta apresentada pela Petrobras no dia 11, a empresa oferece um reajuste de 9,53% aos empregados, mas a categoria, conforme apontou Cancella pede 18%. “Esse índice foi calculado pelo Dieese, levando em consideração a reposição da inflação do período, aumento real e produtividade”.
Em nota divulgada no dia 11, a Petrobras informou que aquela era a proposta definitiva da companhia. “Traduz o empenho máximo da empresa para atender às reivindicações dos empregados e seus representantes”, destacou.

Os trabalhadores das bases sindicais do Norte-Fluminense, do Espírito Santo e de Minas Gerais rejeitaram a indicação Federação Única dos Petroleiros (FUP) de voltar ao trabalho decidiram continuar em greve. De acordo com a FUP, as bases do Amazonas, do Rio Grande do Norte, do Ceará/Piauí, do Pernambuco/Paraíba, da Bahia, Duque de Caxias, do Unificado-SP, do Paraná/Santa Catarina, do Sindiquímica-PR e do Rio Grande do Sul encerraram a paralisação. As assembleias para avaliar as propostas e votar pela continuidade ou não da greve dos petroleiros começaram na sexta-feira (13) e terminaram no fim da tarde de hoje (16).

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, os petroleiros voltaram hoje (16) ao trabalho. Segundo o presidente do sindicato da categoria no município, Simão Zanardi, a decisão foi seguir a orientação do Conselho Deliberativo da FUP de suspender a paralisação e manter o estado de greve. O motivo é que está em andamento o prazo de 60 dias em que o grupo de trabalho formado por representantes da entidade e da empresa, após análise de propostas apresentadas pela categoria, vai elaborar um relatório que será apresentado ao Conselho de Administração da Petrobras.

Para Zanardi, a paralisação foi positiva, porque levou a Petrobras a discutir com a categoria a Pauta pelo Brasil, que, entre outros itens, defende a manutenção de investimentos da empresa e os empregos. “Não significa que nós vencemos o debate, mas conseguimos pautar a Petrobras e o conselho de administração para discutir com a FUP e seus sindicatos qual é o melhor projeto de sociedade e de Petrobras para o Brasil”, analisou.

O sindicalista informou que somente em dezembro haverá a normalização da produção da Reduc. Diariamente serão produzidos 210 mil barris de petróleo refinado e, quando a produção ficar normalizada, atingirá 240 mil barris. O sindicalista explicou que a unidade de refinação 1.710 estava em parada de manutenção antes da greve e, com a paralisação da categoria, os serviços foram atrasados e, em consequência, a unidade vai ficar mais tempo parada do que era previsto.

A greve continua também para os trabalhadores filiados à Federação Nacional dos Petroleiros, que encaminhou hoje à Petrobras um ofício pedindo uma reunião com a companhia para discutir a última proposta apresentada pela empresa e apresentar os motivos que esta parcela dos petroleiros não aceitou o que foi oferecido. Entre os itens destacados pela entidade, está a negociação dos dias parados e punições aos grevistas.

“O que está pegando é o aumento real, desconto dos dias parados e a não certeza de que não vai ter punição aos grevistas”, disse o secretário-geral da FNP, Emanuel Jorge Cancella. Na proposta apresentada pela Petrobras no dia 11, a empresa oferece um reajuste de 9,53% aos empregados, mas a categoria, conforme apontou Cancella pede 18%. “Esse índice foi calculado pelo Dieese, levando em consideração a reposição da inflação do período, aumento real e produtividade”.

Em nota divulgada no dia 11, a Petrobras informou que aquela era a proposta definitiva da companhia. “Traduz o empenho máximo da empresa para atender às reivindicações dos empregados e seus representantes”, destacou.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Internacional
Petrobras fica com 42,5% de bloco exploratório offshore ...
06/02/26
Sergipe Oil & Gas 2026
Ampliação de espaço no Sergipe Oil & Gas vai garantir ma...
05/02/26
Resultado
Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e ...
05/02/26
Descomissionamento
ONIP apresenta ao Governo Federal propostas para transfo...
04/02/26
Pessoas
Daniela Lopes Coutinho é a nova vice-presidente executiv...
04/02/26
Resultado
Com 4,897 milhões boe/d, produção de petróleo e gás em 2...
03/02/26
Pré-Sal
Três FPSOs operados pela MODEC fecharam 2025 entre os 10...
03/02/26
Pré-Sal
Shell dá boas-vindas à KUFPEC como parceira no Projeto O...
03/02/26
Gás Natural
GNLink recebe autorização da ANP e inicia operação da pr...
02/02/26
Gás Natural
Firjan percebe cenário positivo com redução nos preços d...
02/02/26
Etanol
Anidro e hidratado fecham mistos na última semana de jan...
02/02/26
GNV
Sindirepa: preço do GNV terá redução de até 12,5% no Rio...
30/01/26
Descomissionamento
SLB inaugura Centro de Excelência em Descomissionamento
30/01/26
Apoio Offshore
Wilson Sons lança rebocador da nova série para atender d...
30/01/26
Gás Natural
Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 terá programação diversa e foco na pro...
28/01/26
Internacional
Petrobras amplia venda de petróleo para a Índia
28/01/26
Offshore
Projeto Sergipe Águas Profundas tem plano de desenvolvim...
28/01/26
Royalties
Valores referentes à produção de novembro para contratos...
28/01/26
Gás Natural
Petrobras reduz preços do gás natural para distribuidoras
28/01/26
Gás Natural
Renovação das concessões de gás no Rio exige transparênc...
28/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.