Economia
Expectativas de inflação não caem.
Redação/ FiespEm nota divulgada ontem (2), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou o novo aumento da taxa básica de juros, a Selic. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, fixando a Selic em 11%.
Em nota, a entidade afirmou que "a economia segue em marcha lenta, e nova alta de juros só servirá para retardar ainda mais a retomada". Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, as expectativas de inflação não caem.
“O Brasil só trabalha no curto prazo, não há gestão, estratégia. O país precisa deixar de lado o improviso. Precisamos de um plano focado no crescimento econômico, controle dos gastos de custeio, investimento em infraestrutura, educação de qualidade e reforma tributária. O Brasil precisa de um plano de longo prazo e menos juros”, conclui Skaf.
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