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E&P

P-50 sofre aumento de cerca de 25%

07/11/2005 | 00h00

A plataforma P-50 será entregue com um aumento de cerca de 25% sobre o planejamento inicial. Os investimentos totais feitos na plataforma foram de US$ 634 milhões, enquanto o orçamento inicial era de US$ 510 milhões.

Segundo o gerente executivo de exploração e produção do sul e do sudeste, José Antonio Figueiredo, a alteração de preços deve-se essencialmente a alterações de projeto, ao aumento do preço do aço mundialmente, ao aumento do preços dos serviços na indústria de petróleo e à queda da cotação do dólar, que gerou pleitos de algumas contratadas.

O executivo afirma, entretanto, que a P-50 continua a ter preço competitivo no mercado internacional e ressalta que "se tivesse condições de construir outra plataforma como esta por esse valor, construiria."

Durante a visita à P-50, realizada nesta segunda-feira (07/11), gerente de implementação de empreendimentos para Albacora Leste, José Antônio Galarza, ressaltou que a P-50 inovou no modelo contratual: ao invés contratar um `epecista` (empresa responsável por toda a organização e andamento da obra), que subcontratasse outras empresas, a Petrobras preferiu se relacionar diretamente com as empresas operacionais.

O Jurong Shipyards, ficou responsável pela conversão do casco do petroleiro Felipe Camarão feita em Cingapura e pela integração de módulos, feita no Mauá-Jurong, em Niterói (RJ). Os módulos de geração foram encomendados à empresa GE - Nuevo Pignone, da Itália; os de compressão, ao consórcio UTC, Dresser-Rand e Fels-Setal; os de processo, à Petrofac, dos Estados Unidos e os de utilidades à Kvaerner/Mauá-Jurong, no Rio de Janeiro.

A P-50 será localizada no campo de Albacora Leste, no qual a petroleira espanhola Repsol detém 10% de participação, e terá capacidade de produzir 180 mil barris de petróleo por dia, o que contribuirá com o aumento de 12,4% da produção nacional de petróleo. A plataforma também terá capacidade produção de 6 milhões de m³ de gás natural e estocagem de 1,7 milhões de barris.

O conteúdo nacional alcançado na plataforma foi de 35% e atingiu a meta estipulada pelos engenheiros da companhia. Galarza destaca que na época em que foi feito o planejamento da P-50 não havia exigência de conteúdo nacional e que foi uma opção da Petrobras atingir este patamar. As plataformas que estão na carteira de projetos da Petrobras deverão atingir conteúdo nacional de aproximadamente 70%.



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