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Empresas

OSX renova empréstimo com Caixa Econômica

06/11/2013 | 11h08
OSX renova empréstimo com Caixa Econômica
Ilustração da Unidade de Construção Naval do Açu. Divulgação Ilustração da Unidade de Construção Naval do Açu. Divulgação

 

A OSX Construção Naval, controlada por Eike Batista, conseguiu renovar o empréstimo com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 461,4 milhões. A renovação é por 12 meses a partir de vencimento original, ou seja, 19 de outubro de 2013.
O empréstimo foi tomado para a implantação da Unidade de Construção Naval do Açu. Em comunicado ao mercado, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa também informa que o contrato de garantia desse empréstimo, firmado com o Banco Santander também foi renovado pelo mesmo prazo.
No comunicado, a empresa também informa que empréstimo similar obtido com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve o vencimento prorrogado em 15 de outubro de 2013, por 30 dias, e conta com garantia do Banco Votorantim.
A OSX informou que fez acordos com os bancos garantidores - Santander e Votorantim -, “que incluem cláusulas relativas ao possível exercício do direito legal à recuperação judicial da companhia”. O acordo é válido até outubro de 2014.
“A gestão financeira da companhia é parte da sua rotina financeira. A OSX vem trabalhando junto aos agentes financeiros para adequar seu perfil de endividamento às necessidades de curto, médio e longo prazo visando o desenvolvimento dos seus projetos”, acrescentou a empresa.
No último dia 30, a petroleira OGX, também de Eike Batista, entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com o pedido, as ações da empresa deixaram de ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Naquela data, as dívidas sem garantia acumuladas da OGX somavam US$ 5,1 bilhões, dos quais US$ 3,6 bilhões referem-se a bônus emitidos no exterior. No dia 29 de outubro, a petroleira anunciou que não conseguiu firmar um acordo com os credores depois de meses de negociação. No início de outubro, a empresa deixou de pagar US$ 45 milhões de juros de dívidas emitidas no exterior.
Na página da OGX na internet, a empresa informava que tinha recursos em caixa para operar apenas até o fim deste ano. A companhia ressaltou ainda que precisará de US$ 250 milhões para cumprir as obrigações até março de 2014.

A OSX Construção Naval, controlada por Eike Batista, conseguiu renovar o empréstimo com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 461,4 milhões. A renovação é por 12 meses a partir de vencimento original, ou seja, 19 de outubro de 2013.

O empréstimo foi tomado para a implantação da Unidade de Construção Naval do Açu. Em comunicado ao mercado, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa também informa que o contrato de garantia desse empréstimo, firmado com o Banco Santander também foi renovado pelo mesmo prazo.

No comunicado, a empresa também informa que empréstimo similar obtido com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve o vencimento prorrogado em 15 de outubro de 2013, por 30 dias, e conta com garantia do Banco Votorantim.

A OSX informou que fez acordos com os bancos garantidores - Santander e Votorantim -, “que incluem cláusulas relativas ao possível exercício do direito legal à recuperação judicial da companhia”. O acordo é válido até outubro de 2014.

“A gestão financeira da companhia é parte da sua rotina financeira. A OSX vem trabalhando junto aos agentes financeiros para adequar seu perfil de endividamento às necessidades de curto, médio e longo prazo visando o desenvolvimento dos seus projetos”, acrescentou a empresa.

No último dia 30, a petroleira OGX, também de Eike Batista, entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com o pedido, as ações da empresa deixaram de ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Naquela data, as dívidas sem garantia acumuladas da OGX somavam US$ 5,1 bilhões, dos quais US$ 3,6 bilhões referem-se a bônus emitidos no exterior. No dia 29 de outubro, a petroleira anunciou que não conseguiu firmar um acordo com os credores depois de meses de negociação. No início de outubro, a empresa deixou de pagar US$ 45 milhões de juros de dívidas emitidas no exterior.

Na página da OGX na internet, a empresa informava que tinha recursos em caixa para operar apenas até o fim deste ano. A companhia ressaltou ainda que precisará de US$ 250 milhões para cumprir as obrigações até março de 2014.



Fonte: Agência Brasil
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