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Empresas

Omega Engineering chega ao Brasil

17/12/2013 | 11h50
Omega Engineering chega ao Brasil
Gerente geral da Omega Engineering, Antônio Gomes. Divulgação Gerente geral da Omega Engineering, Antônio Gomes. Divulgação

 

Líder no mercado norte-americano em equipamentos e sistemas para medição e controle de processos, a Omega Engineering instala sua primeira planta no Brasil. Com sede em Campinas, São Paulo, escolhida pela localização logisticamente favorável e por ser um polo de tecnologia, a companhia passará a atender a todo o território nacional, estimando que cerca de 70% das vendas serão provenientes da Região Sudeste.
A entrada da Omega Engineering no Brasil faz parte da estratégia de expansão na América Latina, que ocupa posição de destaque no volume de importação da companhia. Seguno a empresa, o mercado brasileiro representa uma grande oportunidade de negócios.
A Omega possui portfólio com mais de 100 mil produtos, incluindo itens para automação industrial, aquisição de dados e aquecedores elétricos. São instrumentos e equipamentos para medição de temperatura, deformação, força, umidade, vazão, nível, acidez (pH), condutividade e pressão.
A empresa fornece aos mercados automotivo, papel e celulose, óleo e gás, químico, farmacêutico, laboratórios, institutos de pesquisas e universidades, alimentos e bebidas, aeronáutica, tratamento de efluentes, operações industriais e de produção em geral. No ranking produzido e divulgado pela revista Forbes, algumas das 500 maiores empresas do mundo fazem parte da carteira de clientes da Omega Engineering.
A expressiva e diversificada atuação também é resultado do seu modelo de negócios, alicerçado em quatro pilares: capacidade produtiva, excelência no atendimento, abrangência do portfólio e agilidade na entrega dos produtos. Os mais de 100 mil itens estão disponíveis para compra no website da empresa, e a comercialização está estruturada no conceito direct market, que oferece todos os artigos em canais de vendas próprios, garantindo processos de aquisição ágeis e prazos competitivos para entrega.
Outro destaque da Omega é o suporte técnico especializado, por meio de chats na Internet e telefone. A equipe de atendimento é composta por engenheiros capacitados para esclarecer eventuais dúvidas na compra e aplicação dos produtos. Os clientes também terão acesso à literatura técnica gratuita, na qual a empresa é referência no mundo, mediante cadastro no website.
Para comandar a operação no Brasil, foi designado o gerente geral Antônio Gomes. Para o executivo, a experiência de compra que a Omega oferece é única e desenhada para incorporar diferentes necessidades de aplicação, de forma simples e ágil. “Acreditamos que os consumidores brasileiros ficarão satisfeitos em ter uma marca referência para medição e controle de processos, com uma gama de produtos que vai desde um simples fio de termopar a sistemas de medição de velocidade do ar”.
Ao extenso e variado portfólio, Gomes acrescenta os altos níveis de fidelidade à marca, reconhecida mundialmente pela qualidade de seus produtos e excelência no atendimento. “Sustentar um modelo de distribuição direta possibilita a expansão dos negócios com maior controle, sobre pilares estratégicos, adequando sua essência às particularidades locais de cada mercado”.

Líder no mercado norte-americano em equipamentos e sistemas para medição e controle de processos, a Omega Engineering instala sua primeira planta no Brasil. Com sede em Campinas, São Paulo, escolhida pela localização logisticamente favorável e por ser um polo de tecnologia, a companhia passará a atender a todo o território nacional, estimando que cerca de 70% das vendas serão provenientes da Região Sudeste.

A entrada da Omega Engineering no Brasil faz parte da estratégia de expansão na América Latina, que ocupa posição de destaque no volume de importação da companhia. Seguno a empresa, o mercado brasileiro representa uma grande oportunidade de negócios.

A Omega possui portfólio com mais de 100 mil produtos, incluindo itens para automação industrial, aquisição de dados e aquecedores elétricos. São instrumentos e equipamentos para medição de temperatura, deformação, força, umidade, vazão, nível, acidez (pH), condutividade e pressão.

A empresa fornece aos mercados automotivo, papel e celulose, óleo e gás, químico, farmacêutico, laboratórios, institutos de pesquisas e universidades, alimentos e bebidas, aeronáutica, tratamento de efluentes, operações industriais e de produção em geral. No ranking produzido e divulgado pela revista Forbes, algumas das 500 maiores empresas do mundo fazem parte da carteira de clientes da Omega Engineering.

Os mais de 100 mil itens estão disponíveis para compra no website da empresa, e a comercialização está estruturada no conceito direct market, que oferece todos os artigos em canais de vendas próprios, garantindo processos de aquisição ágeis e prazos competitivos para entrega.

Outro destaque da Omega é o suporte técnico especializado, por meio de chats na Internet e telefone. A equipe de atendimento é composta por engenheiros capacitados para esclarecer eventuais dúvidas na compra e aplicação dos produtos. Os clientes também terão acesso à literatura técnica gratuita, na qual a empresa é referência no mundo, mediante cadastro no website.

Para comandar a operação no Brasil, foi designado o gerente geral Antônio Gomes. Para o executivo, a experiência de compra que a Omega oferece é única e desenhada para incorporar diferentes necessidades de aplicação, de forma simples e ágil. “Acreditamos que os consumidores brasileiros ficarão satisfeitos em ter uma marca referência para medição e controle de processos, com uma gama de produtos que vai desde um simples fio de termopar a sistemas de medição de velocidade do ar”.

Ao extenso e variado portfólio, Gomes acrescenta os altos níveis de fidelidade à marca, reconhecida mundialmente pela qualidade de seus produtos e excelência no atendimento. “Sustentar um modelo de distribuição direta possibilita a expansão dos negócios com maior controle, sobre pilares estratégicos, adequando sua essência às particularidades locais de cada mercado”.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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