Polêmica

Obama defende política climática e exploração de petróleo no Alasca

A autorização para prospectar petróleo no Ártico, apesar da resistência de ambientalistas.

Agência Brasil
31/08/2015 10:11
Visualizações: 415

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visita hoje (31) o Alasca em meio à polêmica sobre a permissão de exploração de petróleo na região. Na viagem, ele vai defender políticas para reduzir o impacto das mudanças climáticas e também a posição de seu governo de ter liberado a exploração petrolífera no Oceano Ártico - iniciativa bastante criticada pela comunidade ambientalista mundial.
Em vídeo divulgado nesse domingo (30), Obama reforçou o discurso que já vem fazendo sobre a necessidade de os Estados Unidos liderarem a luta para amenizar as mudanças climáticas. Ele lembrou que os grandes glaciais do Ártico estão derretendo muito rapidamente, causando drásticas mudanças no volume de água dos oceanos e afetando a flora, a fauna e a população nativa do Alasca.
"O derretimento é real, ameaça o turismo e contribui para o aumento do volume da água dos oceanos", afirmou. Além de usar a visita para falar sobre as mudanças climáticas, o presidente vai defender a permanência da multinacional petrolífera Shell, que recebeu do governo norte-americano este ano permissão para perfuração de seis poços de petróleo no Ártico.
A autorização para prospectar petróleo no Ártico foi dada, apesar da resistência e de campanhas contrárias lideradas por organizações não governamentais ambientalistas, como o Greenpeace. Além dos Estados Unidos, outros países já teriam demonstrado interesse em explorar petróleo no Alasca. Anteriormente, a mesma empresa havia iniciado o trabalho, mas há três anos as perfurações tinham sido interrompidas.
Ambientalistas dizem que a atividade deverá afetar espécies e comunidades que habitam a região. Ativistas usam as redes sociais para enviar mensagens e assinar abaixo-assinados para que Obama revogue a permissão concedida à multinacional.
Em vídeo divulgado no fim de semana, o presidente falou rapidamente sobre a importância econômica da exploração petrolífera na região e dedicou mais tempo a mostrar o impacto das mudanças climáticas para os nativos do Alasca.
"Há pelo menos quatro aldeias que estão em estado de perigo iminente, que deverão ser retiradas do local de origem por causa do aumento do nível do mar. Se outro país ameaçasse uma cidade norte-americana, faríamos o possível para nos proteger. A mudança climática representa o mesmo tipo de ameaça", comentou.
Apesar da controvérsia sobre o caso específico da exploração no Ártico, a administração Obama tem avançado em relação à política de mudanças climáticas. No começo deste mês, por exemplo, o governo lançou um plano para a redução de emissão de carbono. O discurso em defesa de uma mudança na gestão de recursos tem sido constantemente feito pelo presidente.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visita hoje (31) o Alasca em meio à polêmica sobre a permissão de exploração de petróleo na região. Na viagem, ele vai defender políticas para reduzir o impacto das mudanças climáticas e também a posição de seu governo de ter liberado a exploração petrolífera no Oceano Ártico - iniciativa bastante criticada pela comunidade ambientalista mundial.

Em vídeo divulgado nesse domingo (30), Obama reforçou o discurso que já vem fazendo sobre a necessidade de os Estados Unidos liderarem a luta para amenizar as mudanças climáticas. Ele lembrou que os grandes glaciais do Ártico estão derretendo muito rapidamente, causando drásticas mudanças no volume de água dos oceanos e afetando a flora, a fauna e a população nativa do Alasca.

"O derretimento é real, ameaça o turismo e contribui para o aumento do volume da água dos oceanos", afirmou. Além de usar a visita para falar sobre as mudanças climáticas, o presidente vai defender a permanência da multinacional petrolífera Shell, que recebeu do governo norte-americano este ano permissão para perfuração de seis poços de petróleo no Ártico.

A autorização para prospectar petróleo no Ártico foi dada, apesar da resistência e de campanhas contrárias lideradas por organizações não governamentais ambientalistas, como o Greenpeace. Além dos Estados Unidos, outros países já teriam demonstrado interesse em explorar petróleo no Alasca. Anteriormente, a mesma empresa havia iniciado o trabalho, mas há três anos as perfurações tinham sido interrompidas.

Ambientalistas dizem que a atividade deverá afetar espécies e comunidades que habitam a região. Ativistas usam as redes sociais para enviar mensagens e assinar abaixo-assinados para que Obama revogue a permissão concedida à multinacional.

Em vídeo divulgado no fim de semana, o presidente falou rapidamente sobre a importância econômica da exploração petrolífera na região e dedicou mais tempo a mostrar o impacto das mudanças climáticas para os nativos do Alasca.

"Há pelo menos quatro aldeias que estão em estado de perigo iminente, que deverão ser retiradas do local de origem por causa do aumento do nível do mar. Se outro país ameaçasse uma cidade norte-americana, faríamos o possível para nos proteger. A mudança climática representa o mesmo tipo de ameaça", comentou.

Apesar da controvérsia sobre o caso específico da exploração no Ártico, a administração Obama tem avançado em relação à política de mudanças climáticas. No começo deste mês, por exemplo, o governo lançou um plano para a redução de emissão de carbono. O discurso em defesa de uma mudança na gestão de recursos tem sido constantemente feito pelo presidente.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Pessoas
Mauricio Fernandes Teixeira é o novo vice-presidente exe...
06/02/26
Internacional
Petrobras fica com 42,5% de bloco exploratório offshore ...
06/02/26
Sergipe Oil & Gas 2026
Ampliação de espaço no Sergipe Oil & Gas vai garantir ma...
05/02/26
Resultado
Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e ...
05/02/26
Descomissionamento
ONIP apresenta ao Governo Federal propostas para transfo...
04/02/26
Pessoas
Daniela Lopes Coutinho é a nova vice-presidente executiv...
04/02/26
Resultado
Com 4,897 milhões boe/d, produção de petróleo e gás em 2...
03/02/26
Pré-Sal
Três FPSOs operados pela MODEC fecharam 2025 entre os 10...
03/02/26
Pré-Sal
Shell dá boas-vindas à KUFPEC como parceira no Projeto O...
03/02/26
Gás Natural
GNLink recebe autorização da ANP e inicia operação da pr...
02/02/26
Gás Natural
Firjan percebe cenário positivo com redução nos preços d...
02/02/26
Etanol
Anidro e hidratado fecham mistos na última semana de jan...
02/02/26
GNV
Sindirepa: preço do GNV terá redução de até 12,5% no Rio...
30/01/26
Descomissionamento
SLB inaugura Centro de Excelência em Descomissionamento
30/01/26
Apoio Offshore
Wilson Sons lança rebocador da nova série para atender d...
30/01/26
Gás Natural
Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 terá programação diversa e foco na pro...
28/01/26
Internacional
Petrobras amplia venda de petróleo para a Índia
28/01/26
Offshore
Projeto Sergipe Águas Profundas tem plano de desenvolvim...
28/01/26
Royalties
Valores referentes à produção de novembro para contratos...
28/01/26
Gás Natural
Petrobras reduz preços do gás natural para distribuidoras
28/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.