11ª Rodada

Novas fronteiras: obtenção de dados cabe aos concessionários

Blocos que estão no leilão são "licenciáveis".

Revista TN Petróleo, Redação
07/05/2013 16:12
Visualizações: 737

 

A falta de um estudo mais detalhado sobre as áreas ofertadas nas regiões de nova fronteira, que serão leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na 11ª Rodada, que acontece nos dias 14 e 15 deste mês, no Rio de Janeiro, tem gerado controvérsias. Mas segundo o coordenador geral de Petróleo e Gás do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Cristiano Vilardo, a escassez de informações não seria impeditiva para as atividades petrolíferas.
"Não é verdade que não se conhece nada sobre a região da Margem Equatorial. Existem estudos de qualidade sobre aquela região. No entanto, comparativamente, há menos informações que nas bacias do sudeste, pela própria concentração econômica nestes estados ", afirmou à TN Petróleo. Segundo ele, o que a escassez de informações vai acarretar para as empresas que vão disputar o leilão é o trabalho de obtenção de dados para garantir maior agilidade e aprovação de projetos no processo de licenciamento ambiental.
Vilardo esclarece que tanto Ibama quanto ANP realizam uma avaliação ambiental preliminar das áreas em oferta. "Isso quer dizer que foram excluídos blocos com alto potencial de inviabilidade ambiental, seja pela proximidade com unidades de conservação ou com ecossistemas sensíveis. Em tese, os blocos que estão na rodada são blocos licenciáveis". O coordenador explica também que as empresas terão que utilizar as "melhores tecnologias disponíveis" para explorar as regiões, minimizando assim os impactos e riscos ambientais. "Caso uma empresa falhe em demonstrar essas questões, a licença pode ser indeferida", diz.
Sobre a procura por parte dos empreendedores por consultorias especializadas em meio ambiente para avaliar os principais riscos, Vilardo garante que é uma medida positiva. "O fato de estarem contratando consultorias para avaliação de riscos é ótimo, pois indica que as questões ambientais estão sendo consideradas desde o início da concepção do projeto. Isso reduz muito a chance de atrasos ou mesmo negativas no licenciamento", finalizou.

A falta de um estudo mais detalhado sobre as áreas ofertadas nas regiões de nova fronteira, que serão leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na 11ª Rodada, que acontece nos dias 14 e 15 deste mês, no Rio de Janeiro, tem gerado controvérsias. Mas segundo o coordenador geral de Petróleo e Gás do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Cristiano Vilardo, a escassez de informações não seria impeditiva para as atividades petrolíferas.


"Não é verdade que não se conhece nada sobre a região da Margem Equatorial. Existem estudos de qualidade sobre aquela região. No entanto, comparativamente, há menos informações que nas bacias do sudeste, pela própria concentração econômica nestes estados ", afirmou à TN Petróleo. Segundo ele, o que a escassez de informações vai acarretar para as empresas que vão disputar o leilão é o trabalho de obtenção de dados para garantir maior agilidade e aprovação de projetos no processo de licenciamento ambiental.


Vilardo esclarece que tanto Ibama quanto ANP realizam uma avaliação ambiental preliminar das áreas em oferta. "Isso quer dizer que foram excluídos blocos com alto potencial de inviabilidade ambiental, seja pela proximidade com unidades de conservação ou com ecossistemas sensíveis. Em tese, os blocos que estão na rodada são blocos licenciáveis". O coordenador explica também que as empresas terão que utilizar as "melhores tecnologias disponíveis" para explorar as regiões, minimizando assim os impactos e riscos ambientais. "Caso uma empresa falhe em demonstrar essas questões, a licença pode ser indeferida", diz.


Sobre a procura por parte dos empreendedores por consultorias especializadas em meio ambiente para avaliar os principais riscos, Vilardo garante que é uma medida positiva. "O fato de estarem contratando consultorias para avaliação de riscos é ótimo, pois indica que as questões ambientais estão sendo consideradas desde o início da concepção do projeto. Isso reduz muito a chance de atrasos ou mesmo negativas no licenciamento", finalizou.

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