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Etanol

Nova unidade da Clariant terá capacidade para produzir 62 milhões de litros de etanol (2G)

01/10/2018 | 09h27

A empresa de produtos químicos especializados Clariant, se prepara para lançar em 2020, na Romênia, a primeira indústria que produz etanol celulósico a partir de resíduos agrícolas. De acordo com a companhia, por ano, a capacidade de produção da planta chegará a 62 milhões de litros de etanol segunda geração.

A produção do biocombustível será feita a partir da tecnologia sunliquid®. Desenvolvida pela Clariant, a inovação, segundo a companhia, converte os resíduos agrícolas sem prejudicar o meio ambiente.

Segundo informações da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no Brasil, a Raízen foi pioneira na fabricação de etanol celulósico a partir da palha e do bagaço de cana-de-açúcar. Em 2014 iniciou a produção comercial em uma fábrica localizada em Piracicaba (SP), com capacidade instalada para 42 milhões de litros de etanol ao ano.

O consultor de Emissões e Tecnologia da UNICA, Alfred Szwarc, observa que, no País, o uso de processos biotecnológicos capazes de transformar resíduos agrícolas ou urbanos em energia renovável devem ganhar ainda mais força com a implementação da Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio.

"As metas de redução de emissões de gases de efeito estufa estabelecidas pelo RenovaBio [10% até 2028] vão estimular a produção de etanol, que deverá atingir 47 bilhões de litros em 2030. Neste contexto, inovações tecnológicas como o 2G e novas variedades de cana, incluindo a transgênica, farão uma enorme diferença", enfatiza, em nota.

 

 



Fonte: Redação/Assessoria Datagro
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