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No Brasil, a empresa utilizará caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV) em sua frota

Redação TN Petróleo/Assessoria
04/04/2024 08:42
No Brasil, a empresa utilizará caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV) em sua frota Imagem: Divulgação Visualizações: 3318

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assinou nesta quarta-feira (3/4) os contratos de concessão do segundo Leilão de Transmissão de 2023. A previsão é que as novas linhas de transmissão tenham uma extensão de 4.471 km, passando por cinco estados a uma potência de 9.840 megawatts. São esperados investimentos na ordem de R$ 21,7 bilhões. A previsão é que sejam criados 37 mil empregos diretos e indiretos.

De acordo com o ministro, as obras beneficiam a população proporcionando uma transição energética justa e inclusiva. “Mais uma entrega do governo do presidente Lula. Mais um passo que fortalece o país como protagonista da transição energética global. A agenda de hoje é resultado do maior leilão de transmissão da história do nosso país, e essas ações beneficiam diretamente quem está nas casas, nos comércios, na indústria. Nosso foco é no cidadão, que precisa ter acesso a uma energia elétrica com um valor justo, sem interrupções. Por isso, temos investido em tantas iniciativas focadas na transição energética e o Brasil tem avançado como nunca neste sentido”, destacou Silveira.

As obras de interligação serão responsáveis por escoar o excedente da energia produzida por fontes renováveis no Nordeste para o restante do país. O Ministério de Minas e Energia (MME) estima que, até 2027, o Nordeste contribua com o acréscimo de 13.328 MW à capacidade instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN), consolidando a região como vetor da segurança e da transição energética.

“É o Brasil mais interligado, mais forte, mais unido, mais verde. Tudo isso significa segurança energética para a nossa população. Isso é combater a desigualdade, olhar para os mais pobres, buscar desenvolvimento social econômico, gerando emprego e renda de qualidade para nossa gente”, afirmou o ministro.

As empresas vencedoras serão responsáveis por construir e fazer manutenção em linhas de transmissão. As instalações vão passar por Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins, com prazos de construção entre 60 e 72 meses. Segundo Alexandre Silveira, o MME trabalha para retomar o planejamento do setor energético e evitar aumentos de novos subsídios pagos pelo consumidor, além de fortalecer o reconhecimento internacional do Brasil como líder global para ancorar a industrialização.

“É isso que defenderemos no G20 e na COP 30, no próximo ano. Além de mostrar nossas potencialidades no mundo, a liderança do presidente Lula vai consolidar a relação dos países do sul global com os países industrializados. Estamos trabalhando e aproveitando todas as oportunidades que a transição energética nos traz. Isso é a construção verdadeira de um Brasil cada vez maior, mais próspero, com mais oportunidades. O governo do presidente Lula, constrói, repito, um Brasil unido, próspero e comprometido verdadeiramente com a qualidade de vida das pessoas, finalizou.

O leilão

Foram vendidos no leilão nº 2/2023, em dezembro do ano passado, três lotes com 40,85% de deságio médio sobre as Receitas Anuais Previstas para os agentes vencedores. O leilão é resultado de um esforço contínuo e perene do planejamento centralizado da expansão da transmissão, conduzido pelo Ministério de Minas e Energia com suporte especializado da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que conduz os estudos e recomendações técnicas.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) participaram ativamente do processo de construção do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE), documento que contém as instalações planejadas para o sistema elétrico brasileiro para os próximos cinco anos.

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