Navio-plataforma

Navio–plataforma FPSO Capixaba chega à Baía de Vitória (ES)

<P>    Maior unida de produção de petróleo do Espírito Santo, o navio-plataforma FPSO Capixaba, chegou hoje manhã à Baía de Vitória (ES), onde ficará por dez dias, para seja realizada vistoria pelos órgãos competentes e ativados o sistema de comunicação. Depois desse período, a em...

Clarimundo Flôres
03/04/2006 21:00
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    Maior unida de produção de petróleo do Espírito Santo, o navio-plataforma FPSO Capixaba, chegou hoje manhã à Baía de Vitória (ES), onde ficará por dez dias, para seja realizada vistoria pelos órgãos competentes e ativados o sistema de comunicação. Depois desse período, a embarcação seguirá para o campo de Golfinho, no litoral Norte do estado, onde será responsável pela produção de 100 mil barris por dia de petróleo leve, a partir do próximo mês. 
    O governador do Espírito Santos, Paulo Hartung, o prefeito de Vitória, João Coser, e o gerente da Unidade de Negócios da Petrobras no estado, Márcio Félix, fizeram, às 14 horas, um sobrevôo sobre o navio-plataforma. A unidade de produção será instalada no campo de Golfinho por nove linhas de ancoragem e, em seguida, será interligado o primeiro poço produtor.
    A produção inicial servirá para ajustar os parâmetros de controle da planta de processo do navio. Concluídos os ajustes, outros cinco poços produtores e dois injetores serão interligados ao longo do ano. O pico de produção da unidade está programado para o final de 2006.
    O navio-plataforma é do tipo FPSO que produz, processa, armazena e escoa petróleo e tem capacidade para processar 100 mil barris por dia de petróleo leve, de 28 a 40 graus API, e 3,5 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural.
    A embarcação foi afretada da empresa SBM, com sede em Mônaco, e resulta da conversão do navio Stena Congress realizada no Estaleiro Keppel, em Cingapura. Tem 345 metros de comprimento (cerca de 3 campos oficiais de futebol), 27 metros de altura entre a quilha e o convés principal e 127 metros de altura entre a quilha e o topo do queimador, o equivalente a um edifício de 40 andares. 
    O campo de Golfinho está localizado no antigo bloco exploratório BES-100, no litoral Norte do Espírito Santo. A descoberta aconteceu em julho de 2003, com o poço 1-ESS-123, em lâmina d’água de 1.340 metros. O campo de Golfinho é uma reserva de óleo leve de excelente qualidade, que varia de 28º a 40º API.
    Após a descoberta, a companhia iniciou o Plano de Avaliação da área, com a perfuração de novos poços exploratórios, cujos resultados se mostraram amplamente satisfatórios, justificando a declaração de comercialidade do campo em janeiro de 2004. Com a entrada em produção do campo de Golfinho, o Brasil diminuirá a importação de petróleo leve, contribuindo para a auto-suficiência sustentável na produção de petróleo brasileiro.

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