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E&P

Multinacionais do petróleo preparam investimentos no mar capixaba

06/10/2005 | 00h00

Animada com a recente descoberta de petróleo no Norte do Rio de Janeiro, no bloco BM-C-7, a empresa norte-americana Kerr-McGee pretende perfurar mais oito poços exploratórios nos próximos quatro anos, nas bacias de Campos e do Espírito Santo. A empresa tem expectativa de descobrir jazidas com reserva potencial de 100 milhões a 400 milhões de barris de petróleo na região, revela a diretoria, em comunicado a investidores.

No BM-C-7, a Kerr-McGee e a sócia canadense Encana descobriram acumulação de óleo pesado (14 API) com reserva potencial estimada entre 100 milhões e 200 milhões de barris de petróleo. O teste no campo obteve uma produção correspondente a 5 mil barris por um período de 72 horas, em um único poço.

A Kerr-McGee participa de seis blocos em águas territórios do Espírito Santo, adquiridos na sexta rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em agosto do ano passado. Dois deles são vizinhos ao Parque das Baleias – CM 61 e CM 101. No primeiro, possui cota de 33%. No segundo, de 25%. Os sócios são a também norte-americana Devon, responsável pela operação do bloco, a Encana e a sul-coreana SK.

Os outros quaro blocos com participação da Kerr-McGee estão situados no Mar de Aracruz, no entorno do campo de Golfinho. São eles os ES-M-590, 588, 661 e 663. A multinacional tem participação de 35% e 40%, junto com Petrobras e Encana. A estatal brasileira é a operadora destes blocos, com cota majoritária de 40% a 60%.

A Devon Energy começa a instalar, no início do próximo ano, uma plataforma fixa no bloco BM-C-8, próximo à divisa com o Espírito Santo, para a produção de 50 mil barris/dia de petróleo, a partir do segundo semestre de 2007. O investimento será a base para a atuação da empresa no mar brasileiro. A multinacional descobriu óleo no local no ano passado, em sociedade com a SK. A partir deste campo, denominado de Polvo, espera estender a atuação na região, alcançando os blocos no Espírito Santo, revela a diretoria em comunicado ao mercado.

A Devon com as parceiras Encana, SK e Kerr-McGee disputou os blocos vizinhos de Jubarte e do BC-10, no litoral Sul do Espírito Santo, com a Petrobras e saiu vitoriosa do leilão. A empresa pagou ágio de até 117% pelos blocos, mas foi o índice de investimento local superior ao da Petrobras – 51% contra 33% - que deu a vitória ao consórcio liderado pela multinacional. O primeiro furo nos blocos situados em águas capixabas deve ocorrer em 2007.



Fonte: Rede de Notícias
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