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Negócios

MPX, de Eike Batista, vai comprar termelétrica no Espírito Santo

22/11/2012 | 10h00

 

A MPX Energia informou que vai exercer a opção de compra da totalidade do capital da MC2 Nova Venécia, atualmente nas mãos da Star Energy e da Bertin Energia e Participações. A unidade, ainda pré-operacional, tem autorização para construção de uma usina termelétrica com capacidade de 176 MW, no Espírito Santo.
A companhia afirmou que pretende transferir a capacidade autorizada do projeto para a Bacia do Parnaíba, no estado do Maranhão, onde possui licença de instalação para até 3.722 MW de geração térmica a gás. Desse total, 1.362 MW já estão em construção, dos quais 1.193 MW já estão contratados. A intenção é utilizar essa capacidade ainda não contratada para suprir os contratos de Nova Venécia.
O projeto, atualmente no Espírito Santo, comercializou 98 MW médios no leilão A-5 de 2008, por um preço de R$ 146/MWh, com receita fixa anual de R$ 71,9 milhões. Os contratos de comercialização tem prazo de 15 anos, com início de vigência em 2015.
A aquisição ainda está sujeita à obtenção de autorização do Ministério de Minas e Energia (MME) para adequação do projeto à implantação na Bacia do Parnaíba. Segundo a MPX, no dia 20, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu prazo de 90 dias para obtenção da licença. O valor do acordo só será divulgado após a obtenção das autorizações, afirmou a empres

A MPX Energia informou que vai exercer a opção de compra da totalidade do capital da MC2 Nova Venécia, atualmente nas mãos da Star Energy e da Bertin Energia e Participações. A unidade, ainda pré-operacional, tem autorização para construção de uma usina termelétrica com capacidade de 176 MW, no Espírito Santo. A companhia afirmou que pretende transferir a capacidade autorizada do projeto para a Bacia do Parnaíba, no estado do Maranhão, onde possui licença de instalação para até 3.722 MW de geração térmica a gás. Desse total, 1.362 MW já estão em construção, dos quais 1.193 MW já estão contratados. A intenção é utilizar essa capacidade ainda não contratada para suprir os contratos de Nova Venécia.


O projeto, atualmente no Espírito Santo, comercializou 98 MW médios no leilão A-5 de 2008, por um preço de R$ 146/MWh, com receita fixa anual de R$ 71,9 milhões. Os contratos de comercialização tem prazo de 15 anos, com início de vigência em 2015.


A aquisição ainda está sujeita à obtenção de autorização do Ministério de Minas e Energia (MME) para adequação do projeto à implantação na Bacia do Parnaíba. Segundo a MPX, no dia 20, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu prazo de 90 dias para obtenção da licença. O valor do acordo só será divulgado após a obtenção das autorizações, afirmou a empres

 



Fonte: Valor Econômico
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