Empresas

Moody’s rebaixa nota de crédito da Petrobras

Que desceu um grau, de A3 para Baa1.

Agência Petrobras
04/10/2013 11:05
Moody’s rebaixa nota de crédito da Petrobras Imagem: TN Petróleo Visualizações: 857

 

A agência de classificação de risco Moody’s anunciou a revisão do nível de risco (rating) da dívida em moeda estrangeira e local da Petrobras, de A3 para Baa1 com perspectiva negativa, mantendo o Grau de Investimento e retornando ao patamar que a companhia encontrava-se em junho de 2011. As informações foram divulgadas pela Petrobras nesta sexta-feira (4).
A revisão, segundo a Moody´s, reflete a alavancagem financeira e a expectativa de fluxo de caixa negativo nos próximos anos devido à implementação do robusto programa de investimentos da companhia. Na visão da agência, a expectativa é de um maior nível de alavancagem financeira, com picos em 2013 e 2014, mas tendendo a declinar a partir de 2015, na medida em que a execução do plano de investimentos seja bem-sucedida e as metas de produção atingidas.
O atual Plano de Negócios e Gestão da estatal, que completou ontem (3) 60 anos de existência, reserva o montante de US$ 236,7 bilhões para o príodo 2013-2017, e destaca o fortalecimento da governança da companhia com maior rigor na aprovação de novos projetos. A demonstração disso é que não houve inclusão de nenhum novo projeto na carteira de investimentos nos últimos dois planos apresentados.
A realização do plano levará ao aumento significativo da produção de petróleo e gás natural atingindo 3,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2017 e 5,2 milhões de boed em 2020.
O perfil atual de vencimento da dívida da companhia encontra-se bem distribuído e balanceado com a geração de caixa futura, e a maior parte dos financiamentos já contratados este ano tem prazo de vencimento médio igual ou superior a 7 anos, compatível, portanto, com a maturidade dos projetos de investimento e consequente crescimento da geração de caixa da companhia.

A agência de classificação de risco Moody’s anunciou a revisão do nível de risco (rating) da dívida em moeda estrangeira e local da Petrobras, de A3 para Baa1 com perspectiva negativa, mantendo o Grau de Investimento e retornando ao patamar que a companhia encontrava-se em junho de 2011. As informações foram divulgadas pela Petrobras nesta sexta-feira (4).

A revisão, segundo a Moody´s, reflete a alavancagem financeira e a expectativa de fluxo de caixa negativo nos próximos anos devido à implementação do robusto programa de investimentos da companhia. Na visão da agência, a expectativa é de um maior nível de alavancagem financeira, com picos em 2013 e 2014, mas tendendo a declinar a partir de 2015, na medida em que a execução do plano de investimentos seja bem-sucedida e as metas de produção atingidas.

O atual Plano de Negócios e Gestão da estatal, que completou ontem (3) 60 anos de existência, reserva o montante de US$ 236,7 bilhões para o príodo 2013-2017, e destaca o fortalecimento da governança da companhia com maior rigor na aprovação de novos projetos. A demonstração disso é que não houve inclusão de nenhum novo projeto na carteira de investimentos nos últimos dois planos apresentados.

A realização do plano levará ao aumento significativo da produção de petróleo e gás natural atingindo 3,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2017 e 5,2 milhões de boed em 2020. Porém, existe o risco desta meta não ser alcançada.

Segundo a Petrobras, o perfil atual de vencimento da dívida da companhia encontra-se bem distribuído e balanceado com a geração de caixa futura, e a maior parte dos financiamentos já contratados este ano tem prazo de vencimento médio igual ou superior a 7 anos, compatível, portanto, com a maturidade dos projetos de investimento e consequente crescimento da geração de caixa da companhia.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
iBEM26
Entrevista exclusiva: Rosatom mira o Brasil e reforça pr...
07/04/26
Resultado
Porto do Açu garante R$ 237 milhões em royalties retroat...
07/04/26
Pessoas
Angélica Laureano é a nova Diretora Executiva de Logísti...
07/04/26
Biometano
ANP credencia primeiro Agente Certificador de Origem (AC...
07/04/26
ANP
Conteúdo local: ANP ultrapassa marco de 30 TACS
07/04/26
Cana Summit
Juros elevados e crédito mais restrito colocam fluxo de ...
07/04/26
PPSA
União recebe R$ 917,32 milhões por redeterminação de Tupi
07/04/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Preço médio da safra 25/26 supera o da tem...
07/04/26
Estudo
Brasil amplia dependência de térmicas, mas falta de esto...
06/04/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente de Partilha (OPP): ANP publica novo edital
06/04/26
Tributação
Infis Consultoria promove 4º Seminário Tributação em Óle...
06/04/26
Hidrogênio Verde
Estudo no RCGI mapeia regiões com maior potencial para p...
06/04/26
BRANDED CONTENT
Intercabos® lança novo site e concretiza presença no mer...
03/04/26
Diesel
Subvenção ao diesel: ANP inicia consulta pública de cinc...
02/04/26
GLP
Supergasbras realiza a primeira importação de BioGL do B...
02/04/26
Cana Summit
Setor sucroenergético avalia efeitos da Reforma Tributár...
02/04/26
Rio de Janeiro
Para Firjan juros em dois dígitos e rigidez fiscal barra...
02/04/26
Resultado
Com 5,304 milhões de boe/d, produções de petróleo e de g...
02/04/26
Logística
Vast realiza primeira operação de transbordo de petróleo...
01/04/26
ANP
Audiência pública debate revisão de resolução sobre aqui...
01/04/26
Biocombustíveis
RenovaBio: ANP divulga metas definitivas para as distrib...
31/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23