Inovação

Missão brasileira conhecerá sistema de inovação da China e Finlândia

Grupo conhecerá a interação entre indústria e parques tecnológicos.

Ascom MCTI
27/05/2014 16:12
Visualizações: 1516

 

Uma comitiva composta por 36 brasileiros iniciou viagem com destino à China e à Finlândia. A Missão Técnica e Empresarial 2014 tem como objetivo conhecer e discutir com mais profundidade a interação que os parques tecnológicos têm com o ambiente industrial nesses países. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, participa das duas etapas da missão, sendo a primeira delas no país asiático. A comitiva brasileira chegará à Finlândia no dia 2 de junho.
Também integram o grupo presidentes de fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs); secretários estaduais de ciência, tecnologia e inovação (CT&I); representantes de agências de fomento e pesquisadores. “Vamos ter uma missão bem ampla e com pessoas muito diversificadas do setor [de CT&I] no Brasil”, disse o secretário.
A missão vai propiciar aos formuladores de políticas públicas, dirigentes das entidades de apoio e fomento e aos gestores de parques tecnológicos e incubadoras de empresas brasileiras o contato direto com a experiência dos dois países na consolidação do sistema local de inovação.
“Vamos visitar várias iniciativas como os parques tecnológicos TusPark, Z-Park e outros ambientes de inovação na China e Finlândia para trocar experiências e fazer contatos”, afirmou Prata. Segundo ele, o amadurecimento das discussões e os contatos devem gerar uma aproximação maior entre os ambientes tecnológicos de inovação e industriais.
Para o secretário, a missão é também uma oportunidade de levar as empresas brasileiras aos parques tecnológicos desses países, bem como “atrair as companhias chinesas e finlandesas para nossos parques tecnológicos”.
Tanto a Finlândia quanto a China são países muito competitivos e que já evoluíram na questão dos parques tecnológicos e incubadoras, tornando-as referência para o Brasil. “Além disso, possuem uma estrutura orgânica onde as empresas atuam bem junto do setor público”, afirmou.
Experiências
Os participantes da Missão Técnica e Empresarial conhecerão os ambientes inovadores de dois países que se destacam no investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D). A China, em 2012, aplicou 3,07% do Produto Interno Bruto (PIB) nessas atividades. “Um terço dos recursos chineses são dispendidos em empresas de parques tecnológicos e 17% do PIB da China é gerado, hoje, por essas empresas”, citou Alvaro Prata.
Os dados são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Já a Finlândia é um dos países que mais investem em P&D na Europa, o equivalente a 3,55% do PIB em 2012.  Segundo o levantamento, o investimento do país é maior que a média das nações que compõem a União Europeia, que é de 2,4% do PIB.
Cerca de 40% da economia finlandesa é movida por exportações e os principais produtos são equipamentos elétricos, máquinas, equipamentos de transporte, celulose e produtos químicos.
O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI informou que o ministério possui acordos de cooperação com os dois países. Além disso, agências de cooperação brasileiras, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), a Finep/MCTI e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) interagem com agências da Finlândia e da China. “Queremos que essa interação se estenda para o setor industrial”, destacou.
Números
Os investimentos do governo federal, por meio do MCTI, em incubadoras de empresas e parques tecnológicos no território brasileiro tiveram um crescimento expressivo no último ano. “Somente em 2013, investimos R$12,3 milhões em editais para incubadoras e R$ 640 milhões em editais para parques tecnológicos”, afirmou Prata.
Ele ressaltou que desde a implementação do Programa Nacional de Apoio as Incubadoras de Empresas aos Parques Tecnológicos (PNI), em 2009, até o ano de 2012, os investimentos do governo federal no setor, somados, não chegaram a R$ 400 milhões.
“As iniciativas ligadas aos parques tecnológicos têm crescido muito. Hoje, há uma percepção muito grande de que esses ambientes de inovação são muito benéficos para as regiões, mas é preciso que esses parques sejam criados com muita legitimidade, para usar a boa ciência no desenvolvimento das empresas de base tecnológica”, disse o secretário.
A Missão Técnica Empresarial é promovida pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com o MCTI, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), e o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). De acordo com a Anprotec, em 2011, havia no Brasil 384 incubadoras em operação, que abrigavam 2.640 empresas, gerando 16.394 postos de trabalho.

Uma comitiva composta por 36 brasileiros iniciou viagem com destino à China e à Finlândia. A Missão Técnica e Empresarial 2014 tem como objetivo conhecer e discutir com mais profundidade a interação que os parques tecnológicos têm com o ambiente industrial nesses países. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec/MCTI), Alvaro Prata, participa das duas etapas da missão, sendo a primeira delas no país asiático. A comitiva brasileira chegará à Finlândia no dia 2 de junho.

Também integram o grupo presidentes de fundações estaduais de amparo à pesquisa (FAPs); secretários estaduais de ciência, tecnologia e inovação (CT&I); representantes de agências de fomento e pesquisadores. “Vamos ter uma missão bem ampla e com pessoas muito diversificadas do setor [de CT&I] no Brasil”, disse o secretário.

A missão vai propiciar aos formuladores de políticas públicas, dirigentes das entidades de apoio e fomento e aos gestores de parques tecnológicos e incubadoras de empresas brasileiras o contato direto com a experiência dos dois países na consolidação do sistema local de inovação.

“Vamos visitar várias iniciativas como os parques tecnológicos TusPark, Z-Park e outros ambientes de inovação na China e Finlândia para trocar experiências e fazer contatos”, afirmou Prata. Segundo ele, o amadurecimento das discussões e os contatos devem gerar uma aproximação maior entre os ambientes tecnológicos de inovação e industriais.

Para o secretário, a missão é também uma oportunidade de levar as empresas brasileiras aos parques tecnológicos desses países, bem como “atrair as companhias chinesas e finlandesas para nossos parques tecnológicos”.

Tanto a Finlândia quanto a China são países muito competitivos e que já evoluíram na questão dos parques tecnológicos e incubadoras, tornando-as referência para o Brasil. “Além disso, possuem uma estrutura orgânica onde as empresas atuam bem junto do setor público”, afirmou.


Experiências

Os participantes da Missão Técnica e Empresarial conhecerão os ambientes inovadores de dois países que se destacam no investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D). A China, em 2012, aplicou 3,07% do Produto Interno Bruto (PIB) nessas atividades. “Um terço dos recursos chineses são dispendidos em empresas de parques tecnológicos e 17% do PIB da China é gerado, hoje, por essas empresas”, citou Alvaro Prata.

Os dados são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Já a Finlândia é um dos países que mais investem em P&D na Europa, o equivalente a 3,55% do PIB em 2012.  Segundo o levantamento, o investimento do país é maior que a média das nações que compõem a União Europeia, que é de 2,4% do PIB.

Cerca de 40% da economia finlandesa é movida por exportações e os principais produtos são equipamentos elétricos, máquinas, equipamentos de transporte, celulose e produtos químicos.

O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI informou que o ministério possui acordos de cooperação com os dois países. Além disso, agências de cooperação brasileiras, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), a Finep/MCTI e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) interagem com agências da Finlândia e da China. “Queremos que essa interação se estenda para o setor industrial”, destacou.


Números

Os investimentos do governo federal, por meio do MCTI, em incubadoras de empresas e parques tecnológicos no território brasileiro tiveram um crescimento expressivo no último ano. “Somente em 2013, investimos R$12,3 milhões em editais para incubadoras e R$ 640 milhões em editais para parques tecnológicos”, afirmou Prata.

Ele ressaltou que desde a implementação do Programa Nacional de Apoio as Incubadoras de Empresas aos Parques Tecnológicos (PNI), em 2009, até o ano de 2012, os investimentos do governo federal no setor, somados, não chegaram a R$ 400 milhões.

“As iniciativas ligadas aos parques tecnológicos têm crescido muito. Hoje, há uma percepção muito grande de que esses ambientes de inovação são muito benéficos para as regiões, mas é preciso que esses parques sejam criados com muita legitimidade, para usar a boa ciência no desenvolvimento das empresas de base tecnológica”, disse o secretário.

A Missão Técnica Empresarial é promovida pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com o MCTI, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), e o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). De acordo com a Anprotec, em 2011, havia no Brasil 384 incubadoras em operação, que abrigavam 2.640 empresas, gerando 16.394 postos de trabalho.

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