Mineração

Minério de ferro sobe 2% em julho

Segundo mês seguido de alta do preço da commodity.

Valor Online
01/08/2014 09:08
Visualizações: 711

 

O minério de ferro subiu 1,9% em julho e terminou negociado a US$ 95,60 por tonelada no mercado à vista da China. Foi o segundo mês seguido de alta do preço da commodity, que já havia registrado valorização de 2,2% em junho. O preço vem sendo puxado principalmente por uma melhora dos dados da economia chinesa.
Pelo quarto mês seguido, o índice dos gerentes de compras (PMI) da China, importante indicador da atividade industrial do país, tem sido positivo, o que favorece a cotação da matéria-prima do aço, já que as siderúrgicas chinesas são responsáveis por dois terços das importações globais.
Desde a metade de junho, quando o preço caiu para US$ 89 por tonelada, menor valor desde setembro de 2012, a melhora das perspectivas sobre a demanda chinesa ajudam o preço a subir. A percepção é a de que a China vai consumir o excedente de produção esperado para os próximos meses. O preço vinha sendo pressionado neste ano justamente por causa da expectativa de um grande volume adicional de minério ao mercado, com aumentos de produção no Brasil e na Austrália.
Também contribuiu para a melhora recente do preço do minério o fechamento de operações de diversas mineradoras chinesas, que têm custos altos de produção e não resistiram à queda do preço neste ano. Mesmo com a alta recente, o minério acumula queda de 29% em 2014.
Enquanto algumas mineradoras fecharam as portas, as maiores produtoras globais, como Vale, Rio Tinto, BHP Billiton e Fortescue Metals têm custos mais baixos de produção e continuam com boas margens mesmo com o minério mais barato. Na estimativa do governo australiano, as grandes empresas dos dois países devem ser responsáveis por 83% do comércio transoceânico no ano que vem, acima da fatia de 71% em 2012.
Em média, o minério de ferro foi negociado a US$ 96 por tonelada em julho, 3,5% acima da média de junho, mas 24,5% abaixo do valor do mesmo mês do ano passado, US$ 127 por tonelada.

O minério de ferro subiu 1,9% em julho e terminou negociado a US$ 95,60 por tonelada no mercado à vista da China. Foi o segundo mês seguido de alta do preço da commodity, que já havia registrado valorização de 2,2% em junho. O preço vem sendo puxado principalmente por uma melhora dos dados da economia chinesa.

Pelo quarto mês seguido, o índice dos gerentes de compras (PMI) da China, importante indicador da atividade industrial do país, tem sido positivo, o que favorece a cotação da matéria-prima do aço, já que as siderúrgicas chinesas são responsáveis por dois terços das importações globais.

Desde a metade de junho, quando o preço caiu para US$ 89 por tonelada, menor valor desde setembro de 2012, a melhora das perspectivas sobre a demanda chinesa ajudam o preço a subir. A percepção é a de que a China vai consumir o excedente de produção esperado para os próximos meses. O preço vinha sendo pressionado neste ano justamente por causa da expectativa de um grande volume adicional de minério ao mercado, com aumentos de produção no Brasil e na Austrália.

Também contribuiu para a melhora recente do preço do minério o fechamento de operações de diversas mineradoras chinesas, que têm custos altos de produção e não resistiram à queda do preço neste ano. Mesmo com a alta recente, o minério acumula queda de 29% em 2014.

Enquanto algumas mineradoras fecharam as portas, as maiores produtoras globais, como Vale, Rio Tinto, BHP Billiton e Fortescue Metals têm custos mais baixos de produção e continuam com boas margens mesmo com o minério mais barato. Na estimativa do governo australiano, as grandes empresas dos dois países devem ser responsáveis por 83% do comércio transoceânico no ano que vem, acima da fatia de 71% em 2012.

Em média, o minério de ferro foi negociado a US$ 96 por tonelada em julho, 3,5% acima da média de junho, mas 24,5% abaixo do valor do mesmo mês do ano passado, US$ 127 por tonelada.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Energia Eólica
Equinor fortalece portfólio de energia no Brasil
23/03/26
Macaé Energy
LAAM Offshore fortalece presença estratégica no Macaé En...
23/03/26
IBEM26
iBEM 2026 reúne especialistas e discute futuro da energia
23/03/26
Crise
Conflito entre EUA e Irã: alta do petróleo pressiona cus...
20/03/26
P&D
Pesquisadores da Coppe desenvolvem técnica inovadora par...
20/03/26
Leilão
TBG avalia como positivo resultado do LRCAP 2026 e desta...
20/03/26
Macaé Energy
Lumina Group marca presença na Macaé Energy 2026
20/03/26
Resultado
Gasmig encerra 2025 com lucro líquido de R$ 515 milhões ...
20/03/26
Combustíveis
Fiscalização nacional alcança São Paulo e amplia ações s...
20/03/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 encerra com público recorde de 15 mil ...
19/03/26
Exportações
Firjan manifesta preocupação com a oneração das exportaç...
19/03/26
Energia Solar
Newave Energia e Gerdau inauguram Complexo Solar de Barr...
19/03/26
Combustíveis
Diesel chega a R$ 7,17 com conflito entre EUA e Irã, apo...
19/03/26
Petrobras
Museu do Petróleo e Novas Energias irá funcionar no préd...
19/03/26
Pesquisa e Inovação
MODEC impulsiona inovação e P&D com ideias que apontam o...
19/03/26
Etanol
Geopolítica e energia redesenham o papel do etanol no ce...
19/03/26
Energia Elétrica
Copel vence leilão federal e vai aumentar em 33% a capac...
19/03/26
Macaé Energy
Macaé Energy: debates focam no papel estratégico do gás ...
18/03/26
Economia
Firjan vê início da queda da Selic como positivo para a ...
18/03/26
Internacional
Petrobras confirma nova descoberta de gás na Colômbia
18/03/26
Publicações
IBP fortalece editora institucional, amplia publicações ...
18/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23