Niterói Fenashore 2007
<P>Desenvolvido em parceria com a empresa brasileira Symmetry, o simulador levou 10 meses para ser concluído e envolveu investimentos da ordem de US$ 100 mil. “Um ponto a ser destacado é a preservação do meio ambiente, já que este simulador permite a reprodução de operações como descarga ...
Victor AbramoDesenvolvido em parceria com a empresa brasileira Symmetry, o simulador levou 10 meses para ser concluído e envolveu investimentos da ordem de US$ 100 mil. “Um ponto a ser destacado é a preservação do meio ambiente, já que este simulador permite a reprodução de operações como descarga de óleo”, afirmou Marcos Bruzzi, assessor de Planejamento Estratégico do Ciaga, acrescentando que este tipo de software era produzido somente na Noruega e França, com tecnologia desenvolvida na década de 1970”.
Na outra ponta da feira, mais uma novidade tecnológica - o FlexSteel - é apresentada pela Wellstream, uma das três únicas empresas do mundo na fabricação de dutos, que inaugurou sua primeira fábrica no Brasil em julho. O produto traz uma economia no tempo de instalação e nos custos envolvidos, pois um quilômetro de duto flexível exige apenas um dia para instalação, contra pelo menos três meses no caso da linha rígida.
A capacitação unida à tecnologia também está presente em estandes de instituições acadêmicas e setoriais, como o da Firjan, da Coppe ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense, entre outros. O gerente executivo do Sesi-Senai Niterói, Leandro Terra Seca, afirma que várias empresas têm se interessado em capacitar seus profissionais na operação de plataformas com simulação de lastro. Algumas delas realizam cursos fechados na própria empresa, como é o caso da Mauá Jurong e da Enavi.
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