Macaé Energy
Redação TN
Empresa Parceira:
Um dos principais encontros do setor energético do país, a Macaé Energy teve início nesta terça-feira (17), no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, em Macaé. Até o dia 19 o evento reúne empresas, especialistas e representantes do setor para discutir desafios e oportunidades da indústria de óleo, gás e energia no Brasil.
A abertura institucional contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Césio Caetano (foto); do presidente regional da Firjan Norte Fluminense, Francisco Roberto de Siqueira; do diretor de operações da Equinor Brasil, Paulo Van Der Ven; do vice-prefeito de Macaé, Fabiano Paschoal; do membro da coordenação do Comitê Gestor da Rede Petro-BC, Thadeu Paravidino e do deputado federal Eduardo Pazuello.
A conferencia está estruturada em três dias com temas alinhados aos principais eixos da indústria energética. Neste primeiro, os debates foram voltados ao setor de petróleo, com foco em exploração, produção e oportunidades para fornecedores. Entre os destaques da programação, a palestra com Paulo Van Der Ven sobre o Projeto Raia, um dos maiores investimentos em infraestrutura de energia e gás nos próximos anos.
Com cerca de seis mil inscritos nesta terceira edição, a Macaé Energy consolida a cidade de Macaé como polo estratégico no ambiente de negócios voltado aos mercados de energia, óleo e gás.
“A Macaé Energy é um evento que se consolidou e já faz parte do calendário energético nacional, o que fica evidente pelo número de inscrições alcançadas e mais de mil por cento de crescimento em relação ao ano passado. Neste primeiro dia colocamos em evidência o tema do petróleo, que seguirá como fundamental para a economia mundial por muito tempo ainda. Além disso, a iniciativa também congrega novos projetos e novas tecnologias que fortalecem Macaé como a capital da energia”, destaca o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Césio Caetano.
Acreditando na força do município, o evento conta ainda com área de exposição de empresas do arranjo produtivo, com pequenas e médias companhias ao lado de grandes players do mercado, como a Atlas Copco.
A empresa traz como novidade o gerador de nitrogênio NGP 1000+, como explica a coordenadora de marketing, Cintia Tombolato. “O gerador de nitrogênio opera de forma integrada aos demais sistemas de ar comprimido e tem como benefícios a redução significativa de emissão de CO2, de custos, além do número de equipamentos e de espaço”, pontua.
Encerramento do primeiro dia destaca oportunidades para o Brasil
O encerramento do primeiro dia contou com um painel com a participação da gerente geral de Óleo, Gás e Energias e Naval da Firjan, Karine Fragoso, o presidente do IBP, Roberto Ardenghy e o diretor geral da SLB, Thomas Filiponi.
Como destaque, um panorama sobre como o conflito no Oriente Médio afeta os mercados de petróleo e gás natural e pode modificar a geopolítica e os fluxos mundiais de energia. O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, é otimista ao falar sobre os efeitos para o mercado e a economia brasileira, mesmo diante dos choques de preços, uma vez que o país importa GNL e diesel e exporta petróleo.
“A crise atual pode estimular o crescimento da exploração e produção de petróleo e gás natural em outras regiões do mundo, o que engloba o Brasil. É a oportunidade para que o país se posicione como fornecedor competitivo e confiável de energia a nível mundial, inclusive de biocombustíveis”, avalia.
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