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Lucro da Neoenergia cai 96,5% no 2º trimestre, para R$ 6,8 milhões

A cifra representou forte queda ante 2013.

Valor Online
22/08/2014 10:17
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O grupo Neoenergia, que controla distribuidoras como a Celpe, de Pernambuco, Coelba, da Bahia, e Cosern, do Rio Grande do Norte, registrou lucro líquido de R$ 6,8 milhões no segundo trimestre deste ano, mostra balanço publicado nesta quinta-feira. A cifra, que considera a parcela atribuída a controladores, representou forte queda de 96,5% ante o mesmo período de 2013.
O resultado consolidado, contudo, chegou a R$ 18,5 milhões no trimestre, recuo de 92,2% sobre as mesmas bases de comparação. A fatia do lucro que corresponde aos sócios minoritários foi maior do que a dos controladores, chegando a R$ 11,7 milhões.
Além disso, o balanço aponta para crescimento de 8,9% na receita líquida trimestral, que somou R$ 2,79 bilhões. A empresa, controlada pela espanhola Iberdrola, atingiu 10,13 milhões de consumidores ativos no período, alta de 3,23%. Foram 288 mil novos clientes no segmento residencial, o mais importante para a Neoenergia.
A companhia também informou que vendeu 7,8 mil gigawatts-hora (GWh) no total entre abril e junho, aumento de 4,12% também na comparação anual. As distribuidoras da holding tiveram expansão superior a do Nordeste em geral, que observou queda de 1,33% na venda de energia, disse o grupo em nota.
O problema é que os custos da Neoenergia avançaram 22,1% ao mesmo tempo, para R$ 2,25 bilhões. A maior parte desses débitos vieram com a compra de energia no mercado livre para revenda, em um momento no qual a cotação de curto prazo encontra-se em níveis altos.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da empresa ficou em R$ 356,1 milhões, queda de 29,36%. Já o lucro operacional — antes de juros e impostos — totalizou R$ 162 milhões, baixa de 50,5%. 

O grupo Neoenergia, que controla distribuidoras como a Celpe, de Pernambuco, Coelba, da Bahia, e Cosern, do Rio Grande do Norte, registrou lucro líquido de R$ 6,8 milhões no segundo trimestre deste ano, mostra balanço publicado nesta quinta-feira.

A cifra, que considera a parcela atribuída a controladores, representou forte queda de 96,5% ante o mesmo período de 2013.

O resultado consolidado, contudo, chegou a R$ 18,5 milhões no trimestre, recuo de 92,2% sobre as mesmas bases de comparação.

A fatia do lucro que corresponde aos sócios minoritários foi maior do que a dos controladores, chegando a R$ 11,7 milhões.

Além disso, o balanço aponta para crescimento de 8,9% na receita líquida trimestral, que somou R$ 2,79 bilhões. A empresa, controlada pela espanhola Iberdrola, atingiu 10,13 milhões de consumidores ativos no período, alta de 3,23%. Foram 288 mil novos clientes no segmento residencial, o mais importante para a Neoenergia.

A companhia também informou que vendeu 7,8 mil gigawatts-hora (GWh) no total entre abril e junho, aumento de 4,12% também na comparação anual. As distribuidoras da holding tiveram expansão superior a do Nordeste em geral, que observou queda de 1,33% na venda de energia, disse o grupo em nota.

O problema é que os custos da Neoenergia avançaram 22,1% ao mesmo tempo, para R$ 2,25 bilhões. A maior parte desses débitos vieram com a compra de energia no mercado livre para revenda, em um momento no qual a cotação de curto prazo encontra-se em níveis altos.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da empresa ficou em R$ 356,1 milhões, queda de 29,36%. Já o lucro operacional — antes de juros e impostos — totalizou R$ 162 milhões, baixa de 50,5%. 

 

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