Energia

Light prevê autorização para iniciar obras da hidrelétrica de Itaocara, no RJ

Licença de Instalação depende do Ibama.

Valor Econômico
02/10/2012 14:55
Visualizações: 499

 

A Light, que detém a concessão da hidrelétrica de Itaocara, no rio Paraíba do Sul (RJ), espera conseguir ainda neste ano a licença de instalação para o empreendimento. O documento, que pode autorizar o início das obras depois de 11 anos de idas e vindas, está nas mãos do Ibama. A licença prévia, que atesta a viabilidade ambiental do projeto, foi dada em dezembro do ano passado. "O investimento previsto é de R$ 700 milhões a R$ 800 milhões", diz o superintendente de expansão da geração da Light, Luiz Fernando Guimarães.
O desenho original da usina de Itaocara, cujo contrato de concessão foi assinado em março de 2001, previa potência instalada de 195 megawatts (MW) e uma área total de alagamento do reservatório de 88 km2. Diante das dificuldades ambientais, o projeto foi dividido em duas quedas d'água distintas. A Light ficou com a hidrelétrica Itaocara I, com 145 MW de potência e 60 km2 de área alagada, e colocou a parte remanescente à disposição de interessados em elaborar novos estudos.
Em março, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma série de "recomendações" ao Ministério de Minas e Energia e à Secretaria do Tesouro Nacional, como um prazo adicional de 34 anos para a concessão da usina e isenção do pagamento da taxa de uso do bem público (UBP) até a entrada em operação comercial. Também sugeriu que a UBP fosse reduzida em 25%, mesma proporção do encolhimento da potência instalada, com a reconfiguração do projeto.
"Infelizmente, a solução parou", diz Guimarães, que não percebeu avanços no tratamento da questão, no ministério ou no Tesouro. A estimativa da Light é que já gastou mais de R$ 20 milhões em estudos ambientais e de viabilidade, sem nenhum centavo de retorno. Por isso, o executivo ressalta a importância das mudanças no período da concessão e no adiamento da cobrança de UBP, a fim de não comprometer a equação financeira do empreendimento. "Não faz sentido pagar pelo uso do bem público sem nenhuma exploração comercial. E não foi por inoperância nossa", diz Guimarães.

A Light, que detém a concessão da hidrelétrica de Itaocara, no rio Paraíba do Sul (RJ), espera conseguir ainda neste ano a licença de instalação para o empreendimento. O documento, que pode autorizar o início das obras depois de 11 anos de idas e vindas, está nas mãos do Ibama. A licença prévia, que atesta a viabilidade ambiental do projeto, foi dada em dezembro do ano passado. "O investimento previsto é de R$ 700 milhões a R$ 800 milhões", diz o superintendente de expansão da geração da Light, Luiz Fernando Guimarães.


O desenho original da usina de Itaocara, cujo contrato de concessão foi assinado em março de 2001, previa potência instalada de 195 megawatts (MW) e uma área total de alagamento do reservatório de 88 km2. Diante das dificuldades ambientais, o projeto foi dividido em duas quedas d'água distintas. A Light ficou com a hidrelétrica Itaocara I, com 145 MW de potência e 60 km2 de área alagada, e colocou a parte remanescente à disposição de interessados em elaborar novos estudos.


Em março, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma série de "recomendações" ao Ministério de Minas e Energia e à Secretaria do Tesouro Nacional, como um prazo adicional de 34 anos para a concessão da usina e isenção do pagamento da taxa de uso do bem público (UBP) até a entrada em operação comercial. Também sugeriu que a UBP fosse reduzida em 25%, mesma proporção do encolhimento da potência instalada, com a reconfiguração do projeto.


"Infelizmente, a solução parou", diz Guimarães, que não percebeu avanços no tratamento da questão, no ministério ou no Tesouro. A estimativa da Light é que já gastou mais de R$ 20 milhões em estudos ambientais e de viabilidade, sem nenhum centavo de retorno. Por isso, o executivo ressalta a importância das mudanças no período da concessão e no adiamento da cobrança de UBP, a fim de não comprometer a equação financeira do empreendimento. "Não faz sentido pagar pelo uso do bem público sem nenhuma exploração comercial. E não foi por inoperância nossa", diz Guimarães.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Pessoas
Mauricio Fernandes Teixeira é o novo vice-presidente exe...
06/02/26
Internacional
Petrobras fica com 42,5% de bloco exploratório offshore ...
06/02/26
Sergipe Oil & Gas 2026
Ampliação de espaço no Sergipe Oil & Gas vai garantir ma...
05/02/26
Resultado
Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e ...
05/02/26
Descomissionamento
ONIP apresenta ao Governo Federal propostas para transfo...
04/02/26
Pessoas
Daniela Lopes Coutinho é a nova vice-presidente executiv...
04/02/26
Resultado
Com 4,897 milhões boe/d, produção de petróleo e gás em 2...
03/02/26
Pré-Sal
Três FPSOs operados pela MODEC fecharam 2025 entre os 10...
03/02/26
Pré-Sal
Shell dá boas-vindas à KUFPEC como parceira no Projeto O...
03/02/26
Gás Natural
GNLink recebe autorização da ANP e inicia operação da pr...
02/02/26
Gás Natural
Firjan percebe cenário positivo com redução nos preços d...
02/02/26
Etanol
Anidro e hidratado fecham mistos na última semana de jan...
02/02/26
GNV
Sindirepa: preço do GNV terá redução de até 12,5% no Rio...
30/01/26
Descomissionamento
SLB inaugura Centro de Excelência em Descomissionamento
30/01/26
Apoio Offshore
Wilson Sons lança rebocador da nova série para atender d...
30/01/26
Gás Natural
Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 terá programação diversa e foco na pro...
28/01/26
Internacional
Petrobras amplia venda de petróleo para a Índia
28/01/26
Offshore
Projeto Sergipe Águas Profundas tem plano de desenvolvim...
28/01/26
Royalties
Valores referentes à produção de novembro para contratos...
28/01/26
Gás Natural
Petrobras reduz preços do gás natural para distribuidoras
28/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.