Alternativa

Licitação para 28 sondas nacionais pode permitir aluguel

A Petrobras vai lançar nas próximas semanas licitação internacional para encomendar no Brasil 28 sondas de perfuração, informou o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. A concorrência deve prever uma nova alternativa de contrataç&a

Vaor Econômico
10/09/2009 07:25
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A Petrobras vai lançar nas próximas semanas licitação internacional para encomendar no Brasil 28 sondas de perfuração, informou o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. A concorrência deve prever uma nova alternativa de contratação, além das tradicionais, que é o afretamento [construção e aluguel] dos navios de perfuração construídos no país. Até hoje as plataformas alugadas pela Petrobras são construídas no exterior.

 

“Existem vários modelos para fazer as sondas. Pode fazer a licitação com estaleiros ou com os afretadores”, disse Gabrielli. E acrescentou: “Tem várias alternativas. Mas todas elas serão feitas no Brasil.” O modelo de afretamento já é usado pela estatal no segmento de navios de apoio marítimo que prestam serviço às atividades de exploração e produção.

 

As 28 sondas fazem parte de um pacote de 40 unidades que a Petrobras anunciou em 2008 para ser entregue até 2017. Elas serão usadas para perfurar os blocos da Petrobras e seus parceiros no pré-sal já licitados, e já estavam previstas antes da mudança do marco regulatório. Do total, 12 sondas foram contratadas com empresas afretadoras, algumas brasileiras, que levaram as encomendas para construção no exterior. Os contratos entre a Petrobras e as empresas garantem o aluguel dessas plataformas à estatal por período de até dez anos. Em média, a Petrobras pagará cerca de US$ 450 mil por dia por unidade, segundo informação da companhia em 2009. Gabrielli admitiu que a companhia já sabe que algumas das doze sondas contratadas enfrentam problemas na construção. “Mas por enquanto elas estão dentro do contrato”, disse. Na próxima semana ele irá à Inglaterra, Escócia e França para falar do pré-sal e atrair novos fornecedores para o Brasil.

 

Gabrielli defendeu que os fornecedores no Brasil têm que se preparar para atender a indústria mundial. “O fornecedor precisa ter uma escala e uma capacidade que atenda à Petrobras e à demanda mundial que virá no futuro. Essa é a questão. Agora, de fato, o grande fator motivador e direcionador dos investimentos de vários equipamentos é mesmo o Brasil. Estamos falando, no plano (de investimentos) atual, sem considerar as novas áreas, de 40 sondas para operar em águas ultraprofundas, de 146 navios de apoio, de 72 cargueiros, em milhares de quilômetros de risers, de 500 árvores de natal molhadas, 500 cabeças de poço, 42 mil toneladas de tubos, 2,2 mil quilômetros de umbilicais, 8 mil bombas e 700 compressores, entre outros equipamentos.”

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