Gasodutos

Licenciamento ambiental atrasa cronograma de infra-estrutura

A demora no licenciamento ambiental já atrasou as obras de infra-estrutura no transporte de gás natural no país. Os tramos da malha nordeste, Catu-Pilar e Mossoró-Fortaleza, deveriam estar em construção ainda em 2004, no mesmo período do Campinas-Rio, segundo informou o diretor de gás e ener


10/12/2004 00:00
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A demora no licenciamento ambiental já atrasou as obras de infra-estrutura no transporte de gás natural no país. Os tramos da malha nordeste, Catu-Pilar e Mossoró-Fortaleza, deveriam estar em construção ainda em 2004, no mesmo período do Campinas-Rio, segundo informou o diretor de gás e energia da Petrobras, Ildo Sauer, que acredita, entretanto, que a rede básica de gasodutos estará pronta até o final de 2006.
O executivo acrescentou que o plano de execução da rede básica de gasodutos prevê a conclusão das obras nos próximos dois anos. O diretor acredita que até o final de 2006, toda a rede básica, incluindo as redes nordeste e sudeste, estará concluída, interligando todos os centros de produção com consumidores. "Isso vai resolver o problema de falta de gás no nordeste", comentou Sauer.
O investimento previsto para a área de infra-estrutura no setor de gás natural é de US$ 3,9 bilhões até 2006. Além das malhas nordeste e sudeste, o investimento também será destinado à construção do gasoduto Coari-Manaus, do sistema autônomo da Amazônia.
A licença ambiental de instalação do Coari-Manaus já havia sido liberada em abril de 2004, mas ainda falta a liberação de licença para o desmatamento necessário para a execução das obras. Para evitar o atraso do cronograma, entretanto, os tubos já estão sendo transportados para a região. "Na semana passada o exército começou a abrir clareiras para depositar os dutos, que precisam ser transportados na época das cheias", informou Sauer.
Além do investimento em dutos, a região Amazônica também poderá receber US$ 450 milhões para a construção de uma nova termelétrica com capacidade de gerar 720 megawatts em associação com a Eletrobras. "Estamos negociando com a Eletrobras e o governo do Amazonas, mas já temos três turbinas guardadas, desde o fracasso do PPT", lembrou Sauer. O gasoduto de Coari-Manaus tem 385 km e consumira investimentos de aproximadamente US$ 500 milhões.

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