P-55

Keppel Fels deve liderar a construção da Plataforma

O consórcio Joint Venture P-55, composto por Keppel Fels , de Cingapura, Odebrecht, Technip e UTC, ganhou, mas ainda não levou o direito de construir a plataforma P-55, prevista para o campo de Roncador, na Bacia de Campos. O consórcio apresentou a menor oferta (US$ 1,65 bilhão) na licitação p

Gazeta Mercantil
08/01/2007 00:00
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O consórcio Joint Venture P-55, composto por Keppel Fels , de Cingapura, Odebrecht, Technip e UTC, ganhou, mas ainda não levou o direito de construir a plataforma P-55, prevista para o campo de Roncador, na Bacia de Campos. O consórcio apresentou a menor oferta (US$ 1,65 bilhão) na licitação promovida pela Petrobras, mas a estatal ainda vai analisar a viabilidade econômica do projeto de acordo com o valor apresentado. A proposta da Keppel superou a do consórcio Atlântico (Andrade Gutierrez, Camargo Correia, Iesa e Queiroz Galvão), que ofereceu US$ 1,81 bilhão para executar o projeto.

A estatal já começou a se mobilizar para evitar a suspensão da licitação pela ação que deverá ser ajuizada nos próximos dias pelo estaleiro Jurong, também de Cingapura. O ABN Amro Bank – que assessora a Petrobras na licitação –, contratou o escritório Souza, Cescon, Avedissian, Barrieu e Flesh Advogados do Rio de Janeiro para defendê-la da provável ação, confirmada por fontes do Jurong.

A empresa de Cingapura protesta contra a desclassificação sumária de sua proposta técnica pelo comitê que coordena a licitação. O risco, nesse caso, é de uma nova pendenga judicial comprometer o cronograma de produção da estatal, que conta com a nova unidade para produzir 180 mil barris/dia em Roncador, a partir de 2011.
Embora o Jurong tenha sido desclassificado pela proposta técnica, um dos pontos que serão contestados no recurso diz respeito à proposta financeira vencedora. A Keppel teria oferecido, antecipadamente, um desconto de 4% no preço de sua proposta, imediatamente após a abertura dos envelopes, na terça-feira. Tal prática, segundo a Jurong, configuraria irregularidade passível de contestação judicial.

Na quinta-feira, a Petrobras já teve que cancelar a licitação para construção da plataforma P-57, prevista para o campo de Jubarte, na Bacia do Espírito Santo, devido aos altos valores ofertados pelos candidatos. A proposta vencedora, nesse caso, foi apresentada pelo mesmo consórcio Atlântico da outra licitação (US$ 1,8 bilhão), que ficou abaixo dos US$ 2,35 bilhão apresentados pela Jurong.


Fonte: Gazeta Mercantil

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