Empresas

Juiz libera bens da OGX para garantias

Companhia deve conseguir US$ 215 milhões em novos recursos.

Valor Econômico
28/01/2014 09:43
Visualizações: 1227

 

A OGX conseguiu ontem à tarde a autorização para uso dos bens da companhia como garantia para os novos empréstimos - já negociados. Esta era uma das principais condições precedentes para que a empresa finalizasse o acordo com os credores, liderados pela maioria dos detentores dos bônus internacionais (bondholders).
A liberação foi feita pelo juiz da recuperação judicial, Gilberto Clovis Farias Matos.
A OGX, que mudou o nome para OGP, deve conseguir US$ 215 milhões em novos recursos como parte do acordo com os credores. O dinheiro novo deve garantir fôlego para a empresa por todo este ano, pelo menos.
Dada a situação emergencial da companhia, haverá um empréstimo ponte que ou será pago pelo empréstimo definitivo (conhecido como DIP - sigla para "debtor in possession") ou será integrado ao seu valor total.
A necessidade do empréstimo ponte ocorre devido aos trâmites diversos que existem entre os variados financiadores dos novos recursos - que são também credores dos bônus internacionais.
Daí a decisão de se fazer um empréstimo ponte - obtido junto aqueles com maior agilidade na liberação dos recursos - primeiro.
A Deloitte, administradora judicial da companhia, destacou que a OGX precisa "urgentemente de caixa para continuidade de suas atividades, não podendo aguardar assembleia de credores ou formação de comitê geral de credores". A explicação é citada pelo juiz na decisão de liberar os bens para serem "onerados", conforme o termo técnico para a situação.
A OGX acertou as linhas gerais do acordo com os credores na noite da véspera de Natal. O acordou envolveu US$ 5,8 bilhões em dívidas da empresa.
Os débitos antigos serão convertidos em ações, de forma que a empresa fique sem compromissos financeiros. Como consequência, o controle da OGX trocará de mãos. O criador desse megaprojeto e atual controlador, o empresário Eike Batista, ficará só com 9,4% do negócio - direta e indiretamente.

A OGX conseguiu ontem à tarde a autorização para uso dos bens da companhia como garantia para os novos empréstimos - já negociados. Esta era uma das principais condições precedentes para que a empresa finalizasse o acordo com os credores, liderados pela maioria dos detentores dos bônus internacionais (bondholders).

A liberação foi feita pelo juiz da recuperação judicial, Gilberto Clovis Farias Matos.

A OGX, que mudou o nome para OGP, deve conseguir US$ 215 milhões em novos recursos como parte do acordo com os credores. O dinheiro novo deve garantir fôlego para a empresa por todo este ano, pelo menos.

Dada a situação emergencial da companhia, haverá um empréstimo ponte que ou será pago pelo empréstimo definitivo (conhecido como DIP - sigla para "debtor in possession") ou será integrado ao seu valor total.

A necessidade do empréstimo ponte ocorre devido aos trâmites diversos que existem entre os variados financiadores dos novos recursos - que são também credores dos bônus internacionais.

Daí a decisão de se fazer um empréstimo ponte - obtido junto aqueles com maior agilidade na liberação dos recursos - primeiro.

A Deloitte, administradora judicial da companhia, destacou que a OGX precisa "urgentemente de caixa para continuidade de suas atividades, não podendo aguardar assembleia de credores ou formação de comitê geral de credores". A explicação é citada pelo juiz na decisão de liberar os bens para serem "onerados", conforme o termo técnico para a situação.

A OGX acertou as linhas gerais do acordo com os credores na noite da véspera de Natal. O acordou envolveu US$ 5,8 bilhões em dívidas da empresa.

Os débitos antigos serão convertidos em ações, de forma que a empresa fique sem compromissos financeiros. Como consequência, o controle da OGX trocará de mãos. O criador desse megaprojeto e atual controlador, o empresário Eike Batista, ficará só com 9,4% do negócio - direta e indiretamente.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Combustíveis
Etanol volta a ser mais vantajoso que a gasolina após qu...
03/07/26
Financiamento
FAPESP destina R$ 50 milhões para projetos de inovação e...
03/07/26
Pessoas
Alessandra Davolio Gomes assume a direção de um dos maio...
02/07/26
Bacia Potiguar
BRAVA Energia inaugura Centro de Operações Integradas e ...
02/07/26
Tecnologia e Inovação
ABPIP desenvolve ecossistema próprio de inteligência art...
02/07/26
Etanol de milho
Atvos lança Pedra Fundamental da primeira planta de etan...
02/07/26
Reconhecimento
Constellation é a única empresa do setor de perfuração d...
02/07/26
Gestão do Conhecimento
200 mil pessoas, zero tolerância para treinamento que nã...
01/07/26
Resultado
Com 5,597 milhões de boe/d, a produção nacional de petró...
01/07/26
Bioenergia
Hora do jogo: começa hoje o 19º Congresso Nacional da Bi...
01/07/26
Firjan
ABDAN e FIRJAN lançam Agenda Nuclear para um Brasil Comp...
01/07/26
SOG 2026
Distribuição de gás em Sergipe entra na agenda estratégi...
30/06/26
Energy Summit
CPFL Energia está entre os destaques do Energy Summit Aw...
30/06/26
Resultado
ANP divulga dados consolidados do setor regulado em 2025
30/06/26
Energy Summit
Copa Energia lança desafio de inteligência artificial pa...
30/06/26
Fenasucro
FenaBio debate avanço do SAF e o papel do Brasil na avia...
30/06/26
Transição Energética
Evento reúne especialistas para discutir os desafios e o...
29/06/26
ANP
Royalties: valores referentes à produção de abril foram ...
29/06/26
Combustível
Etanol fecha a semana em alta e amplia recuperação no me...
29/06/26
Margem Equatorial
Aprovada a indicação de 86 blocos na Margem Equatorial p...
27/06/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente: ANP divulga empresas aptas a particip...
26/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.