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UPB

Itaguaí eleva barganha por refinaria

12/12/2005 | 00h00

Município oferece terreno para sediar unidade e ganha pontos na disputa contra Campos dos Goytacazes

A prefeitura de Itaguaí, município cotado para sediar a Unidade de Petroquímicos Integradas que a Petrobras prentende construir com o grupo Ultra, assumiu o compromisso de liberar um terreno para futuras expansões do projeto, que demandará investimentos de US$ 6 bi dos sócios. A iniciativa conta pontos na disputa contra o distrito de Guriri, em Campos dos Goytacazes, para sediar o projeto.

O presidente da PetroRio, o ex-deputado federal Vivaldo Barbosa, afirmou que a iniciativa da autoridade municipal terá importância na decisão dos sócios do empreendimento, porque garantirá a possibilidade de futuras expansões da unidade. O governo do Estado do Rio de Janeiro, que defende a instalação em Guriri, argumenta, entre outras coisas, Itaguaí não estaria qualificada para receber o empreendimento justamente por ter uma alta densidade populacional.

Barbosa contestou as informações da secretaria estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio, de que Itaguaí não só teria sido reprovada no quesito ambiental em um estudo produzido pela Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) em 1991, como também por dispor de uma alta concentração populacional na área de entorno da futura refinaria petroquímica. Segundo Barbosa, a mesma Feema teria recomendado Itaguaí como a melhor localidade para o projeto.

Na sexta-feira, prefeitos de municípios da Baixada Fluminense promoveram uma passeata, no Centro do Rio, para defender a instalação da refinaria petroquímica em Itaguaí. Os manifestantes, que saíram na praça em frente à igreja da Candelária, seguiram até a sede da Petrobras.

A estatal anuncia até o fim deste mês o local da refinaria, que começa a ser erguida em 2007, gerando mais de 25 mil empregos durante sua fase de construção até 2011. Em operação, a unidade processará 150 mil barris diários de petróleo pesado da Bacia de Campos e produzirá 1,3 milhão de toneladas de eteno, 800 mil toneladas de propeno e 700 mil toneladas de para-xilenos. Também produzirá derivados como GLP (868 mil toneladas/ano) e óleo diesel (750 mil toneladas/ano).



Fonte: Jornal do Brasil
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