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Rio Pipeline 2009

Integração pode ajudar a elevar segurança de dutos na América Latina e Caribe

25/09/2009 | 12h57

A segurança e integridade de dutos da indústria do petróleo e gás na América Latina e Caribe foi discutida durante a Rio Pipeline 2009, um dos maiores eventos do setor de dutos do mundo, que foi encerrado ontem no Rio de Janeiro. Na abertura do Fórum "Boas Práticas na Operação e Manutenção de Dutos - A Experiência das Empresas da América Latina e Caribe", o secretário-executivo da Associação Regional de Empresas de Petróleo e Gás Natural da América Latina e Caribe  (Arpel), José Félix Garcia, falou sobre a importância do desenvolvimento sustentável da indústria de hidrocarbonetos na região.


 
Garcia ressaltou a importância de integração das equipes das principais empresas de petróleo e gás da região, que estão representadas na associação, e da participação nos comitês da associação para a troca de experiência. O executivo explicou que as empresas da entidade já têm padrões elevados de segurança, meio ambiente e saúde (SMS) nas operações de dutos e deu um panorama geral do segmento na região.


A América Latina e o Caribe têm, ao todo, 36 mil quilômetros de dutos de transporte de petróleo. A rede mais extensa é a do México, com 26% da malha. O Brasil tem cerca de 10% dos oleodutos. Já em gasodutos, a região conta com uma malha de 57 mil quilômetros de extensão, dos quais apenas 8% estão no Brasil. A maior malha de gasodutos fica na Argentina, que detem 22 mil quilômetros de extensão, equivalentes a 39% do total. Incluindo também dutos de transporte de produtos derivados de petróleo, a malha total da América Latina e Caribe chega a 121 mil quilômetros.
 

O gerente de Terminais da Baía de Guanabara da Transpetro, Aníbal Augusto Fernandes, que representa a Petrobras em grupos de trabalho na Arpel, apresentou também no Fórum o manual de referência da Arpel para a gestão de integridade de dutos. O manual tem o objetivo de contribuir para que toda a indústria da região atinja a excelência nas operações de transportes de petróleo, gás e derivados por dutos.
 

"Quando tem um derramamento de óleo, isso não afeta apenas a empresa envolvida, mas toda a indústria de petróleo e gás e sua imagem. Então, queremos que todas as empresas tenham um nível de excelência", afirmou Fernandes. O executivo lembrou que o manual estabelece critérios comuns para, entre outras coisas, o cálculo e administração de riscos, além de orientar para normas e regulamentos comuns na região.
 

Segundo Fernandes, a Arpel deve começar a discutir a definição de indicadores para definir padrões de operação em toda a região. O executivo lembrou que a padronização de indicadores e procedimentos também facilita a troca de experiência entre as empresas da região.
 

O coordenador de Integridade de Dutos e Tanques da Ecopetrol (empresa de petróleo da Colômbia), Francisco Ascencio, também participou do Fórum a mostrou a experiência colombiana para reduzir os riscos de operação, combater a corrosão de dutos e vigiar a malha de transportes contra intervenção de terceiros.  



Fonte: Redação
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