Inovação Tecnológica

Inova Energia divulga resultado preliminar

Foram habilitadas 117 empresas.

Ascom Finep
24/05/2013 11:49
Visualizações: 567

 

Agência Brasileira da Inovação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgaram o resultado preliminar do Inova Energia. Foram habilitadas 117 empresas líderes a submeter planos de negócio na próxima etapa, com uma demanda potencial de R$ 7,8 bilhões. O total de projetos homologados é bastante superior ao volume de recursos inicialmente disponibilizado para o programa, de R$ 3 bilhões, mostrando o sucesso da iniciativa.
O programa, denominado Plano de Apoio à Inovação Tecnológica no Setor Elétrico, foi lançado em abril de 2013. Do total de recursos, R$ 1,2 bilhão são da Finep, R$ 1,2 bilhão do BNDES e R$ 600 milhões são da Aneel. Esta primeira etapa do processo visou filtrar propostas que não se adequavam às regras e aos objetivos do programa, ainda que possam ser apoiadas através de outros instrumentos.
O plano tem o objetivo de fomentar planos de negócios que contemplem: atividades de pesquisa, desenvolvimento, engenharia e absorção tecnológica; produção e comercialização de produtos; e processos e serviços inovadores. As linhas temáticas são as seguintes: Redes Elétricas Inteligentes (Smart Grids) e Transmissão em Ultra-Alta Tensão (UAT); Geração de Energia por meio de Fontes Alternativas; Veículos Híbridos e Eficiência Energética Veicular.
“Para a próxima etapa, estimularemos a formação de parcerias entre empresas lideres, parceiras e ICTs com o objetivo de fortalecer os planos de negócio, promovendo maior complementariedade tecnológica e empresarial. Com isso, espera-se aumentar as condições para que as inovações cheguem efetivamente ao mercado”, diz Alexandre Tanaka, superintendente da Área de Apoio a Projetos Inovadores e Descentralização da Finep.
Haverá a realização de um workshop, com data ainda a ser definida, no qual as empresas líderes receberão orientações sobre a elaboração dos planos de negócio. Nos próximos dias, as empresas líderes e ICTs com propostas homologadas ganharão um roteiro para elaboração do plano.
Na apresentação do plano de negócio, deverão ser especificadas as inovações previstas para o comitê de avaliação, formado por membros da Finep, BNDES e da Aneel.
A partir dessa exposição, as três instituições indicarão os instrumentos financeiros mais adequados para cada proposta, que poderá ser financiamento, participação acionária, apoio não reembolsável ou a combinação desses instrumentos.

Agência Brasileira da Inovação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgaram o resultado preliminar do Inova Energia. Foram habilitadas 117 empresas líderes a submeter planos de negócio na próxima etapa, com uma demanda potencial de R$ 7,8 bilhões. O total de projetos homologados é bastante superior ao volume de recursos inicialmente disponibilizado para o programa, de R$ 3 bilhões, mostrando o sucesso da iniciativa.


O programa, denominado Plano de Apoio à Inovação Tecnológica no Setor Elétrico, foi lançado em abril de 2013. Do total de recursos, R$ 1,2 bilhão são da Finep, R$ 1,2 bilhão do BNDES e R$ 600 milhões são da Aneel. Esta primeira etapa do processo visou filtrar propostas que não se adequavam às regras e aos objetivos do programa, ainda que possam ser apoiadas através de outros instrumentos.


O plano tem o objetivo de fomentar planos de negócios que contemplem: atividades de pesquisa, desenvolvimento, engenharia e absorção tecnológica; produção e comercialização de produtos; e processos e serviços inovadores. As linhas temáticas são as seguintes: Redes Elétricas Inteligentes (Smart Grids) e Transmissão em Ultra-Alta Tensão (UAT); Geração de Energia por meio de Fontes Alternativas; Veículos Híbridos e Eficiência Energética Veicular.


“Para a próxima etapa, estimularemos a formação de parcerias entre empresas lideres, parceiras e ICTs com o objetivo de fortalecer os planos de negócio, promovendo maior complementariedade tecnológica e empresarial. Com isso, espera-se aumentar as condições para que as inovações cheguem efetivamente ao mercado”, diz Alexandre Tanaka, superintendente da Área de Apoio a Projetos Inovadores e Descentralização da Finep.


Haverá a realização de um workshop, com data ainda a ser definida, no qual as empresas líderes receberão orientações sobre a elaboração dos planos de negócio. Nos próximos dias, as empresas líderes e ICTs com propostas homologadas ganharão um roteiro para elaboração do plano.


Na apresentação do plano de negócio, deverão ser especificadas as inovações previstas para o comitê de avaliação, formado por membros da Finep, BNDES e da Aneel.


A partir dessa exposição, as três instituições indicarão os instrumentos financeiros mais adequados para cada proposta, que poderá ser financiamento, participação acionária, apoio não reembolsável ou a combinação desses instrumentos.

 

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