Economia

Indústrias ameaçaram sair do país por causa do custo da energia

Forçando redução dos custos para todos os consumidores.

Valor Online
30/07/2013 10:39
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A redução no custo da energia elétrica para todos os consumidores aconteceu também em função da pressão de setores da indústria. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, algumas indústrias - que ele preferiu não citar - ameaçaram produzir fora do país caso a energia não baixasse.
“Sobretudo as indústrias intensivamente consumidoras de energia, alegavam que esse era um custo muito alto. Elas queriam ir sobretudo para os Estados Unidos, por causa do shale gas [gás de xisto], que é muito barato. Tomamos então a decisão de fazer a redução, mas respeitando a legislação vigente”, disse em São Paulo durante almoço realizado pelo Grupo Lide.
Lobão citou que a redução não feriu nenhum contrato vigente, “tanto que houve alternativa de entrar ou não na redução, que foi condicionada à renovação das concessões”. O ministro citou os casos da paulista Chesf e da mineira Cemig, que ficaram de fora do acordo com o governo.
“A hidrelétrica de 3 Irmãos, em São Paulo acabou a concessão e está voltando para as mãos do governo federal, que vai leiloá-la novamente. Tudo que tem sido possível fazer pelo governo para que as concessionárias não tenham problemas financeiros estamos fazendo”, afirmou.

A redução no custo da energia elétrica para todos os consumidores aconteceu também em função da pressão de setores da indústria. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, algumas indústrias - que ele preferiu não citar - ameaçaram produzir fora do país caso a energia não baixasse.


“Sobretudo as indústrias intensivamente consumidoras de energia, alegavam que esse era um custo muito alto. Elas queriam ir sobretudo para os Estados Unidos, por causa do shale gas [gás de xisto], que é muito barato. Tomamos então a decisão de fazer a redução, mas respeitando a legislação vigente”, disse em São Paulo durante almoço realizado pelo Grupo Lide.


Lobão citou que a redução não feriu nenhum contrato vigente, “tanto que houve alternativa de entrar ou não na redução, que foi condicionada à renovação das concessões”. O ministro citou os casos da paulista Chesf e da mineira Cemig, que ficaram de fora do acordo com o governo.


“A hidrelétrica de 3 Irmãos, em São Paulo acabou a concessão e está voltando para as mãos do governo federal, que vai leiloá-la novamente. Tudo que tem sido possível fazer pelo governo para que as concessionárias não tenham problemas financeiros estamos fazendo”, afirmou.

 

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