Rio Pipeline 2015

Indústria busca equilibrar desafios de operação com otimização de custos na exploração do pré-sal

Redação/Assessoria
24/09/2015 10:16
Indústria busca equilibrar desafios de operação com otimização de custos na exploração do pré-sal Imagem: TN Petróleo Visualizações: 628

 

Garantir a realização de projetos com equilíbrio dos custos. Esse é um dos maiores desafios encontrados pelas empresas de óleo e gás em meio ao atual cenário do setor.  
A Rio Pipeline promoveu, na tarde de ontem (22), o painel “Pré-sal: Principais Desafios para o Setor de Dutos”. Participaram do encontro o superintendente de Desenvolvimento de Produção das PPSA, Paulo Carvalho; a gerente-executiva de serviços de Exploração & Produção da Petrobras, Cristina Pinho; o presidente da ABESPetro, Paulo Cesar Martins; e o gerente geral de Dutos da Shell nas Américas, Luís Cosme.
A análise geral é de que tanto fatores técnicos quanto externos influenciam a operação no pré-sal, mas que as empresas brasileiras têm agido de forma positiva para superar possíveis obstáculos. Para Cosme, da Shell, a questão operacional é um dos pontos mais sensíveis. “Temos o desafio de equilibrar projetos levando em consideração fatores como pressão, temperatura e profundidade, que nem sempre são controláveis. Com investimento em inovação, precisamos entregar crescimento cada vez mais sustentável, baseado em redução de custos e recuperação de ativos”, avalia Luís Cosme.  
Para a Abespetro, cujas associadas concentram 80% das atividades de E&P offshore, o país superou dificuldades do passado e agora se prepara para um novo momento. “Gargalos de engenharia e cadeia de suprimentos foram vencidos. Temos um parque industrial de primeira classe para o pré-sal e estamos prontos para uma demanda três vezes maior que a atual. É preciso trabalhar com previsibilidade e visão estratégica para aumentar a competitividade”, afirma Paulo Cesar Martins.
Na visão da Petrobras, para a qual o crescimento da produtividade é uma demanda constante, é preciso investir em três pilares de sustentação do negócio para avançar mesmo em um cenário de perspectivas mais modestas. “Trabalhar tecnologia operacional, qualificação de pessoal e padronização de processos é o ponto fundamental da indústria. Por isso, a Petrobras tem trabalhado ainda mais perto de quem fabrica, instala e projeta, para ter o produto final com o conceito e atributos pretendidos”, avalia Cristina Pinho. 

Garantir a realização de projetos com equilíbrio dos custos. Esse é um dos maiores desafios encontrados pelas empresas de óleo e gás em meio ao atual cenário do setor.  

A Rio Pipeline promoveu, na tarde de ontem (22), o painel “Pré-sal: Principais Desafios para o Setor de Dutos”. Participaram do encontro o superintendente de Desenvolvimento de Produção das PPSA, Paulo Carvalho; a gerente-executiva de serviços de Exploração & Produção da Petrobras, Cristina Pinho; o presidente da ABESPetro, Paulo Cesar Martins; e o gerente geral de Dutos da Shell nas Américas, Luís Cosme.

A análise geral é de que tanto fatores técnicos quanto externos influenciam a operação no pré-sal, mas que as empresas brasileiras têm agido de forma positiva para superar possíveis obstáculos. Para Cosme, da Shell, a questão operacional é um dos pontos mais sensíveis. “Temos o desafio de equilibrar projetos levando em consideração fatores como pressão, temperatura e profundidade, que nem sempre são controláveis. Com investimento em inovação, precisamos entregar crescimento cada vez mais sustentável, baseado em redução de custos e recuperação de ativos”, avalia Luís Cosme.  

Para a Abespetro, cujas associadas concentram 80% das atividades de E&P offshore, o país superou dificuldades do passado e agora se prepara para um novo momento. “Gargalos de engenharia e cadeia de suprimentos foram vencidos. Temos um parque industrial de primeira classe para o pré-sal e estamos prontos para uma demanda três vezes maior que a atual. É preciso trabalhar com previsibilidade e visão estratégica para aumentar a competitividade”, afirma Paulo Cesar Martins.

Na visão da Petrobras, para a qual o crescimento da produtividade é uma demanda constante, é preciso investir em três pilares de sustentação do negócio para avançar mesmo em um cenário de perspectivas mais modestas. “Trabalhar tecnologia operacional, qualificação de pessoal e padronização de processos é o ponto fundamental da indústria. Por isso, a Petrobras tem trabalhado ainda mais perto de quem fabrica, instala e projeta, para ter o produto final com o conceito e atributos pretendidos”, avalia Cristina Pinho. 

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Energy Summit
Energy Summit 2026: Tecnologias da Embrapii fortalecem a...
22/06/26
Energy Summit
Biodiesel e combustíveis renováveis entram no centro da ...
22/06/26
Gás Natural
ANP prorroga consulta pública sobre cálculo do Método do...
22/06/26
Rio de Janeiro
Anuário do Petróleo no Rio, da Firjan, destaca que recor...
22/06/26
Biometano
Com mercado cinco vezes maior desde 2020, setor de biome...
22/06/26
Petrobras
Com investimento estimado de US$ 1,2 bilhão, Petrobras a...
22/06/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em recuperação e mostra sinais de ...
22/06/26
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
Apoio Offshore
Transporte aéreo no setor do petróleo cresce 21% em dois...
17/06/26
Pessoas
ENGIE Brasil nomeia Michele Schifino como diretora de Co...
16/06/26
Combustíveis
Propostas de resoluções sobre caracterização da elevação...
16/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25