Economia

Indicadores da indústria revelam desempenho negativo no segundo trimestre

CNI aponta que indicadores ficaram abaixo dos 50 pontos.

Agência Brasil
24/07/2012 17:52
Visualizações: 478

 

A produção da indústria teve desempenho negativo no fechamento do segundo trimestre do ano, em junho. Todos os indicadores ficaram abaixo dos 50 pontos, o que mostra resultados "ruins", segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A entidade divulgou nesta terça-feira (24) o boletim Sondagem Indústrial, que mostra tendência de queda "maior ainda" na produção industrial nos próximos meses, em vista do desaquecimento da atividade. Há redução no nível de empregos e elevação no volume de estoques, especialmente nas grandes empresas.
A indústria registra aumento de custo nas matérias-primas e elevação da inadimplência, além de escassez de crédito. Entre as pequenas e médias empresas, houve queda acentuada do capital de giro, necessário para a continuidade da produção. No fechamento do segundo trimestre, a produção industrial marcou 45,5 pontos contra 54,6 em março, fim do primeiro trimestre. A evolução no número de empregos registrou 47,2 pontos contra 49,5 pontos em março - quando a oferta era maior nos três primeiros meses do ano.
O nível de estoques ficou em 52,2 pontos em junho, com aumento de 0,6% sobre o mês de março. A CNI considera que o aumento dos gastos públicos, a queda da taxa de juros no país e as medidas do Plano Brasil Maior "não trouxeram a reação esperada para aumentar o desempenho da indústria no fechamento do segundo trimestre. Os empresários permanecem insatisfeitos com as margens de lucro e apontam para uma situação financeira ruim", destaca o boletim.
O setor automotivo foi o que registrou maior queda na produção e no emprego, de maio para junho, com indicadores entre 36,8 e 40,7 pontos respectivamente. Os estoques aumentaram para 59,7 pontos contra 55,8 pontos em relação ao mês anterior.
A entidade vê o primeiro semestre do ano como "perdido". A sondagem foi feita entre os dias 2 e 23 de julho com 1.957 empresas industriais, sendo 711 de pequeno porte, 751 médias e 495 grandes empresas.

A produção da indústria teve desempenho negativo no fechamento do segundo trimestre do ano, em junho. Todos os indicadores ficaram abaixo dos 50 pontos, o que mostra resultados "ruins", segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).


A entidade divulgou nesta terça-feira (24) o boletim Sondagem Indústrial, que mostra tendência de queda "maior ainda" na produção industrial nos próximos meses, em vista do desaquecimento da atividade. Há redução no nível de empregos e elevação no volume de estoques, especialmente nas grandes empresas.


A indústria registra aumento de custo nas matérias-primas e elevação da inadimplência, além de escassez de crédito. Entre as pequenas e médias empresas, houve queda acentuada do capital de giro, necessário para a continuidade da produção. No fechamento do segundo trimestre, a produção industrial marcou 45,5 pontos contra 54,6 em março, fim do primeiro trimestre. A evolução no número de empregos registrou 47,2 pontos contra 49,5 pontos em março - quando a oferta era maior nos três primeiros meses do ano.


O nível de estoques ficou em 52,2 pontos em junho, com aumento de 0,6% sobre o mês de março. A CNI considera que o aumento dos gastos públicos, a queda da taxa de juros no país e as medidas do Plano Brasil Maior "não trouxeram a reação esperada para aumentar o desempenho da indústria no fechamento do segundo trimestre. Os empresários permanecem insatisfeitos com as margens de lucro e apontam para uma situação financeira ruim", destaca o boletim.


O setor automotivo foi o que registrou maior queda na produção e no emprego, de maio para junho, com indicadores entre 36,8 e 40,7 pontos respectivamente. Os estoques aumentaram para 59,7 pontos contra 55,8 pontos em relação ao mês anterior.


A entidade vê o primeiro semestre do ano como "perdido". A sondagem foi feita entre os dias 2 e 23 de julho com 1.957 empresas industriais, sendo 711 de pequeno porte, 751 médias e 495 grandes empresas.

 

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