Economia

Impacto dos combustíveis na prévia do IGP-M: 0,11

Matérias-primas agrícolas também pesaram.

Diário do Nordeste
19/12/2013 11:15
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O impacto do reajuste dos combustíveis chegou a 0,11 ponto porcentual na segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M). Ontem (18), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que a inflação medida no índice chegou a 0,54%, contra 0,30% na segunda prévia de novembro. "Quase metade da aceleração veio dos combustíveis", disse o superintendente adjunto de inflação da FGV, Salomão Quadros. "O efeito está crescendo e até o fim deste mês vai ficar mais forte".
Apesar disso, os combustíveis não foram os únicos vilões. As matérias-primas agrícolas também pesaram para a aceleração do IGP-M. Mas, segundo Quadros, isso não significa que será um ciclo duradouro de alta, pois as expectativas para as safras são otimistas, o que deve descomprimir os preços.
Nos preços ao consumidor, os alimentos in natura contribuíram para uma leve aceleração no grupo alimentação. Mas o grande impacto para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) veio das passagens aéreas, que subiram 24,54% e responderam por 0,05 ponto porcentual dos 0,62% de alta.
"Temeridade"
A presidente Dilma Rousseff classificou ontem como "temeridade" a fórmula sugerida pela Petrobras, que prevê o reajuste automático do preço da gasolina quando houver aumento dos combustíveis no mercado internacional. Dilma afirmou que esse gatilho pode provocar impacto na inflação.
"Indexação é algo extremamente perigoso. Indexar a economia brasileira ao câmbio ou a qualquer outra variável externa é uma temeridade", disse ela. Ao abordar o assunto, a presidente deu uma estocada no pré-candidato do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que na terça-feira lançou uma cartilha com 12 diretrizes de seu programa do governo e defendeu a reestatização de empresas, como a Petrobras.

O impacto do reajuste dos combustíveis chegou a 0,11 ponto porcentual na segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M). Ontem (18), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que a inflação medida no índice chegou a 0,54%, contra 0,30% na segunda prévia de novembro. "Quase metade da aceleração veio dos combustíveis", disse o superintendente adjunto de inflação da FGV, Salomão Quadros. "O efeito está crescendo e até o fim deste mês vai ficar mais forte".

Apesar disso, os combustíveis não foram os únicos vilões. As matérias-primas agrícolas também pesaram para a aceleração do IGP-M. Mas, segundo Quadros, isso não significa que será um ciclo duradouro de alta, pois as expectativas para as safras são otimistas, o que deve descomprimir os preços.

Nos preços ao consumidor, os alimentos in natura contribuíram para uma leve aceleração no grupo alimentação. Mas o grande impacto para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) veio das passagens aéreas, que subiram 24,54% e responderam por 0,05 ponto porcentual dos 0,62% de alta.


Temeridade

A presidente Dilma Rousseff classificou ontem como "temeridade" a fórmula sugerida pela Petrobras, que prevê o reajuste automático do preço da gasolina quando houver aumento dos combustíveis no mercado internacional. Dilma afirmou que esse gatilho pode provocar impacto na inflação.

"Indexação é algo extremamente perigoso. Indexar a economia brasileira ao câmbio ou a qualquer outra variável externa é uma temeridade", disse ela. Ao abordar o assunto, a presidente deu uma estocada no pré-candidato do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que na terça-feira lançou uma cartilha com 12 diretrizes de seu programa do governo e defendeu a reestatização de empresas, como a Petrobras.

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