Economia

IBGE vê sinais evidentes de aumento do ritmo produtivo

No primeiro bimestre de 2014, expansão foi de 1,3%.

Agência Brasil
08/04/2014 14:42
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Na avaliação dos técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há "evidentes sinais” de aumento no ritmo produtivo da indústria brasileira no confronto do último trimestre de 2013 com o resultado acumulado nos dois primeiros meses de 2014, que fechou  em expansão de 1,3% no bimestre.
Os dados da Pesquisa Industrial Mensal/Produção Física Regional (PIM/PF Regional), de fevereiro, indicam crescimento da indústria em todas as bases de comparação e na ampla maioria dos 14 locais pesquisados.
Os resultados positivos vão do índice 0,4%, de fevereiro deste ano, na comparação com janeiro, até o índice de 5%, na comparação fevereiro 2014/fevereiro 2013. Na taxa anualizada, que registra o crescimento acumulado nos últimos doze meses, a expansão também foi positiva: 1,1%.
No confronto do último trimestre do ano passado com o resultado dos dois primeiros meses deste ano, ambas as comparações - contra iguais períodos do ano anterior, em que nove dos 14 locais pesquisados - mostraram dinamismo.
Neste caso, os números acompanham o movimento no índice nacional, que passou de -0,3% no quarto trimestre do ano passado para 1,3% no índice acumulado do primeiro bimestre desse ano.
Segundo o IBGE, nesse mesmo tipo de confronto, Amazonas (que passou de menos 3,% para 6,%), Pernambuco (de 3,4% para 8,3%), Minas Gerais (de -2,4% para 2,5%), Espírito Santo (de -4,8% para -2,2%) e Bahia (de -1,9% para -0,1%) concentraram os maiores ganhos.
Já as maiores reduções ocorreram no Rio Grande do Sul (de 11,4% para 2,0%); Paraná (de 10,5% para 2,3%); e Goiás (de 5,3% para -0,8%).
Outro dado a corroborar com os sinais positivos do comportamento da indústria é a taxa anualizada (acumulado dos últimos doze meses) que, ao mostrar expansão de 1,1% em fevereiro de 2014, assinalou ganho de ritmo frente à marca registrada em janeiro último (0,5%).
Em termos regionais, nove dos 14 locais pesquisados apontaram taxas positivas em fevereiro desse ano, com doze apontando maior dinamismo frente ao índice de janeiro último. Os principais ganhos entre janeiro e fevereiro foram observados no Paraná (de 5,2% para 6,9%); Minas Gerais (de -2,3% para -1,0%); Amazonas (de 0,6% para 1,9%); e Pernambuco (de 1,5% para 2,6%). Já a perda mais importante foi registrada por Goiás (de 5,4% para 4,5%).

Na avaliação dos técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há "evidentes sinais” de aumento no ritmo produtivo da indústria brasileira no confronto do último trimestre de 2013 com o resultado acumulado nos dois primeiros meses de 2014, que fechou em expansão de 1,3% no bimestre.

Os dados da Pesquisa Industrial Mensal/Produção Física Regional (PIM/PF Regional), de fevereiro, indicam crescimento da indústria em todas as bases de comparação e na ampla maioria dos 14 locais pesquisados.

Os resultados positivos vão do índice 0,4%, de fevereiro deste ano, na comparação com janeiro, até o índice de 5%, na comparação fevereiro 2014/fevereiro 2013. Na taxa anualizada, que registra o crescimento acumulado nos últimos doze meses, a expansão também foi positiva: 1,1%.

No confronto do último trimestre do ano passado com o resultado dos dois primeiros meses deste ano, ambas as comparações - contra iguais períodos do ano anterior, em que nove dos 14 locais pesquisados - mostraram dinamismo.

Neste caso, os números acompanham o movimento no índice nacional, que passou de -0,3% no quarto trimestre do ano passado para 1,3% no índice acumulado do primeiro bimestre desse ano.

Segundo o IBGE, nesse mesmo tipo de confronto, Amazonas (que passou de menos 3,% para 6,%), Pernambuco (de 3,4% para 8,3%), Minas Gerais (de -2,4% para 2,5%), Espírito Santo (de -4,8% para -2,2%) e Bahia (de -1,9% para -0,1%) concentraram os maiores ganhos.

Já as maiores reduções ocorreram no Rio Grande do Sul (de 11,4% para 2,0%); Paraná (de 10,5% para 2,3%); e Goiás (de 5,3% para -0,8%).

Outro dado a corroborar com os sinais positivos do comportamento da indústria é a taxa anualizada (acumulado dos últimos doze meses) que, ao mostrar expansão de 1,1% em fevereiro de 2014, assinalou ganho de ritmo frente à marca registrada em janeiro último (0,5%).

Em termos regionais, nove dos 14 locais pesquisados apontaram taxas positivas em fevereiro desse ano, com doze apontando maior dinamismo frente ao índice de janeiro último. Os principais ganhos entre janeiro e fevereiro foram observados no Paraná (de 5,2% para 6,9%); Minas Gerais (de -2,3% para -1,0%); Amazonas (de 0,6% para 1,9%); e Pernambuco (de 1,5% para 2,6%). Já a perda mais importante foi registrada por Goiás (de 5,4% para 4,5%).

 

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