Bacia do Solimões

HRT reduz perfuração e aumenta avaliação sísmica

Objetivo é reduzir custos com atividades exploratórias.

Valor Online
10/08/2012 11:15
Visualizações: 384

 

A HRT vai reduzir as atividades de perfuração e aumentar a aquisição de dados sísmicos na Bacia do Solimões. O objetivo da empresa é reduzir custos com atividades exploratórias e, ao mesmo tempo, aumentar o conhecimento das informações e geologia da região.
“A HRT e a TNK-BP estão muito comprometidas com a Bacia do Solimões. Decidimos juntas aumentar a sísmica e reduzir a perfuração. Vamos manter apenas duas sondas operacionais, focadas em poços exploratórios. A decisão vai reduzir substancialmente o capex [investimento] para 2012 e de boa parte para 2013”, afirmou nesta sexta-feira (10) o diretor de engenharia, perfuração e produção da HRT, Milton Frankie, durante teleconferência com analistas financeiros.
“Algumas pessoas poderiam dizer que estamos reduzindo a nossa campanha de perfuração. Não é verdade. Perfuramos 13, 14 poços. Jamais teremos uma campanha tão bem conhecida como tivemos lá”, explicou o diretor-presidente da empresa, Marcio Mello.
Segundo o executivo, a companhia ainda vai apresentar um plano de avaliação da região à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A meta da empresa é ter definida uma estratégia par a monetização do gás natural da Bacia do Solimões até o fim de 2013.
Redução de preço-alvo
Mais cedo, o Bank of America Merrill Lynch (BofA) cortou o preço-alvo da petrolífera, de R$ 24 para R$ 19,50 por ação. Segundo o relatório do banco de investimentos, a redução é resultado da maior cautela em relação às oportunidades de fluxo de caixa da Bacia do Solimões, como reflexo da menor expectativa de exploração de recursos do local.
“Continuamos positivos sobre as ações, dada a nossa visão de que o potencial de ativos da Namíbia pode levar a uma criação significativa de valor”, afirma em relatório, por outro lado. O banco ressalta ainda que este investimento deve ser apenas de interesse de investidores dispostos a assumir riscos do estágio inicial de exploração em áreas incomuns.

A HRT vai reduzir as atividades de perfuração e aumentar a aquisição de dados sísmicos na Bacia do Solimões. O objetivo da empresa é reduzir custos com atividades exploratórias e, ao mesmo tempo, aumentar o conhecimento das informações e geologia da região.


“A HRT e a TNK-BP estão muito comprometidas com a Bacia do Solimões. Decidimos juntas aumentar a sísmica e reduzir a perfuração. Vamos manter apenas duas sondas operacionais, focadas em poços exploratórios. A decisão vai reduzir substancialmente o capex [investimento] para 2012 e de boa parte para 2013”, afirmou nesta sexta-feira (10) o diretor de engenharia, perfuração e produção da HRT, Milton Frankie, durante teleconferência com analistas financeiros.


“Algumas pessoas poderiam dizer que estamos reduzindo a nossa campanha de perfuração. Não é verdade. Perfuramos 13, 14 poços. Jamais teremos uma campanha tão bem conhecida como tivemos lá”, explicou o diretor-presidente da empresa, Marcio Mello.


Segundo o executivo, a companhia ainda vai apresentar um plano de avaliação da região à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A meta da empresa é ter definida uma estratégia par a monetização do gás natural da Bacia do Solimões até o fim de 2013.



Redução de preço-alvo


Mais cedo, o Bank of America Merrill Lynch (BofA) cortou o preço-alvo da petrolífera, de R$ 24 para R$ 19,50 por ação. Segundo o relatório do banco de investimentos, a redução é resultado da maior cautela em relação às oportunidades de fluxo de caixa da Bacia do Solimões, como reflexo da menor expectativa de exploração de recursos do local.


“Continuamos positivos sobre as ações, dada a nossa visão de que o potencial de ativos da Namíbia pode levar a uma criação significativa de valor”, afirma em relatório, por outro lado. O banco ressalta ainda que este investimento deve ser apenas de interesse de investidores dispostos a assumir riscos do estágio inicial de exploração em áreas incomuns.

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