Rio Oil & Gas 2012

Grant Thornton apresenta estudo de combustíveis alternativos na feira

Estudo mostra que a alta do petróleo tem impulsionado os combustíveis alternativos.

Redação TN
18/09/2012 09:31
Visualizações: 483

A Grant Thornton, 5ª maior empresa de auditoria e consultoria do Brasil, participa da Rio Oil & Gas 2012 e apresenta para os visitantes a pesquisa International Business Report (IBR) 2012 sobre combustíveis alternativos.


O estudo mostra que a alta do petróleo tem impulsionado a busca por combustíveis alternativos. Os dados revelaram que um em cada quatro executivos no mundo estão usando ou considerando utilizar combustível alternativo nos veículos de suas empresas. E a grande maioria (69%) está agindo assim em resposta a alta do petróleo. O Barril tipo Brent continua acima dos US$ 100. No Brasil, 31% dos empresários consultados responderam que também estão aderindo ou pensando em utilizar combustíveis alternativos.

 
Japão (48%), Malásia, Turquia e Filipinas (todos com 46%) estão entre os países que mais consideram fontes alternativas. Os Estados Unidos estão bem próximos ao Brasil, com 27% dos empresários considerando a utilização de combustível alternativo. Na contramão, estão a China e Nova Zelândia (ambos com 7%) e Rússia, Argentina e Vietnã (todos com 9%).  Regionalmente, a Ásia (31%) lidera o interesse em trocar o combustível, seguida pelo G7 (28%). Os países dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) aparecem por último com 15%.

 
 
“As empresas dinâmicas estão olhando se a alternativa de mudar suas frotas pode oferecer redução de custos, gerando recursos mais bem empregados, além de aumentar as credenciais ambientais. No Brasil, há consciência de fontes de energia alternativas, mas ainda há muito por fazer para mudar planos de negócios e preferências pessoais”, diz Fábio Batista, sócio da Grant Thornton no Rio de Janeiro.

 

Entre os que responderam não considerar o uso de combustíveis alternativos, a grande maioria o faz por causa dos custos (49%), pela dificuldade de abastecer (48%) e pela falta de opções (38%).

 

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