Petróleo e Gás

GranEnergia investe em unidade de manutenção e segurança offshore

Com contrato de quatro anos, a primeira delas, batizada de Olympia, iniciará as operações com a Petrobras no primeiro semestre de 2014, na Bacia de Campos. A contratação desta unidade está relacionada ao Proef, lançado pela Petrobras em 2012. Os inves

Ascom GranEnergia
09/10/2013 10:27
GranEnergia investe em unidade de manutenção e segurança offshore Visualizações: 887
A GranEnergia, empresa de logística e óleo e gás controlada pela GranInvestimentos, holding da família Gradin, investirá US$ 500 milhões na construção de três modernas unidades de manutenção e segurança offshore (também denominadas UMS) destinadas ao aumento de produtividade e eficiência de campos maduros de petróleo. A frota possui um conceito inovador ao combinar a estabilidade de uma plataforma semissubmersível com a versatilidade de um catamarã.

Com contrato de quatro anos, a primeira delas, batizada de Olympia, iniciará as operações com a Petrobras no primeiro semestre de 2014, cerca de três meses antes do prazo previsto. A contratação desta unidade está relacionada ao Programa de Recuperação da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), lançado pela Petrobras em 2012 e que demandará investimentos da estatal de aproximadamente US$ 5,6 bilhões em cinco anos.

“Nosso objetivo é contribuir com nosso cliente para o alcance das metas de recuperação de eficiência operacional. Para isso, além de investirmos em ativos e equipes de primeira linha, agregaremos inovação, tecnologia e as melhores práticas de mercado”, diz Miguel Gradin, presidente da GranEnergia.

A segunda plataforma, Venus, ficará pronta até dezembro do próximo ano, e a terceira, Themis, até abril de 2015. “Estamos em negociação com algumas empresas e devemos anunciar o próximo contrato até o primeiro trimestre de 2014”, afirma Gradin. Em 2015, a GranEnergia irá atingir o faturamento anual de R$ 400 milhões na área de óleo e gás e se consolidar entre as três líderes mundiais do setor de UMSs capazes de operar em águas ultraprofundas. As plataformas serão financiadas por bancos mundiais, na modalidade de project finance non recourse.

A receita prevista para 2015 alcançará R$ 600 milhões, quando incluída a área de logística multimodal, operada pela subsidiária MTO em sociedade com Infra Partners, especializada em seleção e estruturação de negócios no setor. A empresa irá prover soluções integradas para transporte de cargas de alto valor agregado, incluindo óleo e gás, no eixo Rio-São Paulo. O primeiro projeto da MTO inclui a construção de dois terminais multimodais, em Mogi das Cruzes (SP) e Queimados (RJ), com uso da malha ferroviária da MRS.

“A GranEnergia chega ao mercado com o diferencial de entregar soluções integradas, com foco em inovação e tecnologia, nas áreas de logística e serviços de óleo e gás”, diz Gradin.
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