Investigação

Graça: não há fatos que evidenciem pagamentos de subornos na Petrobras

Atualmente existem cinco comissões internas apurando denúncias.

Valor Online
12/05/2014 11:33
Visualizações: 511

 

Não há documentos dentro da Petrobras que evidenciem pagamentos de subornos no caso que envolve a holandesa SBM, sustentou a presidente da estatal, Graça Foster. Atualmente, disse, há cinco comissões internas de investigação para apurar denúncias de irregularidades na companhia. Graça afirmou que todas essas denúncias são "bastante ruins" para a Petrobras.
As comissões envolvem apurações nas refinarias em construção Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e Refinaria do Nordeste (Renest), na refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, além das empresas Ecoglobal e Astromarítima.
Sobre a refinaria de Pasadena, a empresa deve concluir sua investigação interna em breve. Já sobre as outras duas refinarias, Comperj e Renest, deverão ter a investigação concluída em junho.
A executiva destacou que a empresa já havia investigado a relação com a empresa com a SBM, em pouco mais de 45 dias. Há denúncias de que funcionários da empresa poderiam ter recebido subornos para fechar contratos com a SBM. "Até onde a Petrobras pode atuar, não há fato ou documentos que evidenciem pagamentos de subornos", afirmou.

Não há documentos dentro da Petrobras que evidenciem pagamentos de subornos no caso que envolve a holandesa SBM, sustentou a presidente da estatal, Graça Foster. Atualmente, disse, há cinco comissões internas de investigação para apurar denúncias de irregularidades na companhia. Graça afirmou que todas essas denúncias são "bastante ruins" para a Petrobras.

As comissões envolvem apurações nas refinarias em construção Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e Refinaria do Nordeste (Renest), na refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, além das empresas Ecoglobal e Astromarítima.

Sobre a refinaria de Pasadena, a empresa deve concluir sua investigação interna em breve. Já sobre as outras duas refinarias, Comperj e Renest, deverão ter a investigação concluída em junho.

A executiva destacou que a empresa já havia investigado a relação com a empresa com a SBM, em pouco mais de 45 dias. Há denúncias de que funcionários da empresa poderiam ter recebido subornos para fechar contratos com a SBM. "Até onde a Petrobras pode atuar, não há fato ou documentos que evidenciem pagamentos de subornos", afirmou.

 

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